Trump vê EUA como 'nação do 3º mundo' após operação investigativa em sua residência

Ex-presidente disse que batida policial em sua residência foi feita sob falso pretexto

Donald Trump em Mendon 25/6/2022
Donald Trump em Mendon 25/6/2022 (Foto: REUTERS/Kate Munsch)


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Sputnik - O ex-presidente dos EUA Donald Trump condenou a operação policial em sua residência na Flórida pelo Departamento Federal de Investigação (FBI, na sigla em inglês) e questionou o que pensariam os EUA se tal tivesse acontecido em um país na América do Sul.

De acordo com Trump, a operação conduzida pelo Departamento Federal de Investigação  na sua residência em Flórida é algo típico de um país do terceiro mundo.

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"O mundo inteiro está assistindo, e as pessoas estão chocadas. Países sul-americanos, muitos deles, seus líderes disseram, você poderia imaginar se isso fosse feito em nosso país, o que os Estados Unidos estariam dizendo sobre nós", disse Trump no sábado (3) durante um comício em Wilkes-Barre, Pensilvânia, o primeiro desde que sua mansão em Mar-a-Lago foi investigada em 8 de agosto.

"Sob um falso pretexto [...] eles reviraram o armário, gavetas e tudo o mais da primeira-dama e até fizeram uma busca profunda e feia no quarto do meu filho de 16 anos, deixando tudo em que tocaram em condições bem diferentes das de quando começaram", continuou.

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Trump chamou o FBI e o Departamento de Justiça dos EUA de "monstros viciosos", controlados pela esquerda radical.

"Somos como uma nação do terceiro mundo", declarou Trump.

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O FBI publicou em agosto um inventário sobre sua incursão na residência de Trump, registrando 11 conjuntos de documentos classificados. Na sexta-feira (2), o Departamento de Justiça revelou um inventário detalhado, que descreve os tipos gerais de itens em 33 caixas de documentos retirados de um escritório e de um depósito na residência de Trump. 

O próprio Trump negou ter documentos classificados e criticou a ação como sendo feita por um FBI e um Departamento de Justiça politizados para impedi-lo de concorrer nas eleições presidenciais de 2024. É esperado que o ex-presidente americano anuncie sua candidatura após as eleições de meio termo nos EUA em novembro de 2022.

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