Trump quis invadir a Venezuela e Maduro reage à agressão

Durante reunião em agosto de 2017, no Salão Oval da Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propôs a intervenção militar na Venezuela; o presidente Venezuelano, Nicolás Maduro, rechaçou mais uma vez os planos intervencionistas dos EUA

Trump quis invadir a Venezuela e Maduro reage à agressão
Trump quis invadir a Venezuela e Maduro reage à agressão


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propôs em agosto do ano passado a invasão militar da Venezuela. O presidente Venezuelano, Nicolás Maduro rechaçou mais uma vez os planos intervencionistas dos EUA.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que é também o comandante em chefe da Força Armada Nacional Bolivariana, rechaçou nesta quarta-feira (5) os planos intervencionistas dos Estados Unidos e assinalou que uma operação deste tipo jamais resolverá a situação interna do país.

Durante um ato de promoção de militares, Maduro reiterou sua condenação aos planos que o governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, orquestrou de invadir a Venezuela. Segundo informações divulgadas pela mídia internacional, em agosto do ano passado Trump pressionou seus assessores e países da região a invadir o país.

continua após o anúncio

Maduro recordou que na época o governo venezuelano denunciou estes planos e disse que faz parte da campanha psicológica e midiática contra o povo a subestimação destas advertências.

"Na campanha midiática e na guerra psicológica diária ainda há pessoas que repetem e acreditam que é mentira que o império estadunidense agride, ameaça e bloqueia a Venezuela", disse o chefe de Estado. O país "deve seguir defendendo seu direito a atender seus própios problemas com suas próprias soluções e não será jamais uma intervenção militar do império estadunidense uma solução para os problemas da Venezuela", acrescentou.

continua após o anúncio

As informações que circularam esta semana, divulgadas pela agência AP, revelam com detalhes as reuniões que Rex Tillerson, ex-secretário de Estado, e o ex-conselheiro de Segurança Nacional, H. R. McMaster, mantiveram com Trump, a quem explicaram que um ataque militar contra a Venezuela traria consequências negativas para Washington na região.

Contudo, segundo indica a AP em sua informação, Trump insistiu em sua ideia e deu como exemplos "exitosos" as invasões militares contra Granada (1983) e Panamá (1989) que deixaram milhares de mortos.

continua após o anúncio

Diante disto, o chefe de Estado venezuelano condenou esta postura do presidente estadunidense e expressou: "É preciso perceber a visão supremacista e criminosa daqueles que governam os Estados Unidos ao reivindicar o massacre de Granada e o massacre do Panamá que ainda doem como uma ferida aberta no corpo e no espírito da América Latina e do Caribe".

Igualmente, a informação indica que Trump pressionou presidentes de governos da direita aliados ao imperialismo, como Juan Manuel Santos, da Colômbia, e Michel Temer, do Brasil, para apoiar sua ideia intervencionista.

continua após o anúncio

Diante disso, Maduro chamou a fortalecer a união cívico-militar para qualquer cenário de agressão.

"Nossa Força Armada Nacional Bolivariana não pode baixar a guarda nem um segundo porque defenderemos o maior direito que a pátria tem em toda a sua história, o maior direito que o nosso povo tem de viver em paz, com dignidade, com nossa própria identidade", disse Maduro.

continua após o anúncio
continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247