Trump prevê encontro "muito difícil" com presidente da China

"O encontro da próxima semana com a China será muito difícil, já que não podemos ter um déficit comercial massivo e perda de empregos. As empresas americanas devem estar preparadas para buscar alternativas", escreveu Trump em duas mensagens no Twitter, ao comentar sua agenda com o líder chinês Xi Jinping

"O encontro da próxima semana com a China será muito difícil, já que não podemos ter um déficit comercial massivo e perda de empregos. As empresas americanas devem estar preparadas para buscar alternativas", escreveu Trump em duas mensagens no Twitter, ao comentar sua agenda com o líder chinês Xi Jinping
"O encontro da próxima semana com a China será muito difícil, já que não podemos ter um déficit comercial massivo e perda de empregos. As empresas americanas devem estar preparadas para buscar alternativas", escreveu Trump em duas mensagens no Twitter, ao comentar sua agenda com o líder chinês Xi Jinping (Foto: Leonardo Attuch)


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Da Agência EFE

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse nessa quinta-feira (30) que espera um encontro "muito difícil" com o presidente chinês, Xi Jinping, a quem convidou para visitar sua mansão da Flórida, Mar-a-Lago, na próxima semana. A informação é da Agência EFE.

"O encontro da próxima semana com a China será muito difícil, já que não podemos ter um déficit comercial massivo e perda de empregos. As empresas americanas devem estar preparadas para buscar alternativas", escreveu Trump em duas mensagens no Twitter.

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Trump e Xi Jinping terão o primeiro encontro nos dias 6 e 7 de abril em Mar-a-Lago, confirmou o governo chinês.

Como antecipou Trump no Twitter, a agenda terá caráter econômico e comercial.

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Durante sua campanha e também como presidente, Trump culpou a China (além do México) pelo déficit comercial dos EUA e pela perda de postos de trabalho devido às deslocalizações (transferências para outro lugar), uma tendência contra a qual prometeu agir com rigor.

No entanto, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, assegurou que "40% do superávit comercial da China com os EUA são criados por empresas americanas em território chinês".

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Além disso, ressaltou que o comércio bilateral gerou 2,6 milhões de postos de trabalho nos Estados Unidos e que os dois países "são altamente complementares".

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