Trump fala nesta terça aos EUA e ao mundo no tradicional discurso sobre o Estado da União
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proununcia nesta terça-feira o tradiional discurso sobre o Estado da União. Ele pretende fazer um balanço do seu governo, em meio ao julgamento político a que é submetido no Congresso, e já em pré-campanha pela reeleição
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247 - Nesta terça-feira (4), Donald Trump comparecerá ao Capitólio para entregar seu relatório do governo conhecido como Estado da União no meio do processo de julgamento político promovido pelo Congresso contra ele.
Trump tentará mostrar uma imagem forte contra o impeachment e perante a campanha para as eleições de novembro.
Na quarta-feira, o Senado pretende encerrar o processo contra Donald Trump, absolvendo-o das duas acusações que enfrenta pelas pressões que exerceu sobre a Ucrânia para incriminar adversários políticos.
Donald Trump espera usar o discurso para dar uma imagem presidencial eficaz, mostrando suas realizações, em busca de expandir sua base de apoio para garantir a reeleição em novembro.
Durante o governo Trump, o discurso sobre o Estado da União serviu para que o atual presidente se ajustasse aos cânones do que é considerado nos Estados Unidos um comportamento tradicionalmente "presidencial". Nos últimos dois anos seus discursos por esta ocasião receberam elogios dos democratas.
Trump falará, segundo fontes, dos seus "avanços incríveis em manter a fronteira segura" com o México, com o reforço do muro de fronteira e a diminuição da passagem de imigrantes sem documentos, e atacará novamente as cidades que protegem os migrantes sem documentos.
Também é esperada a ratificação neste mês nos Estados Unidos do acordo comercial T-MEC renegociado com o México e o Canadá.
Trump também mencionará sua trégua parcial na guerra comercial com a China e seu desejo de negociar acordos comerciais separados com o Reino Unido e a União Européia.
A Casa Branca disse que Donald Trump será "enérgico" sobre o Irã e que ele promoverá seu recém-anunciado plano de paz para o Oriente Médio, rejeitado pelos palestinos.
As informações são da Telesul.
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