Trump diz que decisão de anular veto a imigrantes é ridícula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou neste sábado (4), nas redes sociais, a liminar concedida por um juiz federal de Seattle que suspende o decreto anti-imigração assinado em 27 de janeiro; "A decisão deste chamado juiz, que essencialmente tira do nosso país o cumprimento da lei, é ridícula e será derrubada!."; na noite de sexta (3), o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, divulgou um comunicado segundo o qual o governo entraria com um recurso já neste sábado (4) contra a decisão "ultrajante" do juiz James Robart

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou neste sábado (4), nas redes sociais, a liminar concedida por um juiz federal de Seattle que suspende o decreto anti-imigração assinado em 27 de janeiro; "A decisão deste chamado juiz, que essencialmente tira do nosso país o cumprimento da lei, é ridícula e será derrubada!."; na noite de sexta (3), o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, divulgou um comunicado segundo o qual o governo entraria com um recurso já neste sábado (4) contra a decisão "ultrajante" do juiz James Robart
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou neste sábado (4), nas redes sociais, a liminar concedida por um juiz federal de Seattle que suspende o decreto anti-imigração assinado em 27 de janeiro; "A decisão deste chamado juiz, que essencialmente tira do nosso país o cumprimento da lei, é ridícula e será derrubada!."; na noite de sexta (3), o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, divulgou um comunicado segundo o qual o governo entraria com um recurso já neste sábado (4) contra a decisão "ultrajante" do juiz James Robart (Foto: José Barbacena)


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247 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou neste sábado (4), nas redes sociais, a liminar concedida por um juiz federal de Seattle que suspende o decreto anti-imigração assinado em 27 de janeiro. "A decisão deste chamado juiz, que essencialmente tira do nosso país o cumprimento da lei, é ridícula e será derrubada!."

Na noite de sexta (3), o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, divulgou um comunicado segundo o qual o governo entraria com um recurso já neste sábado (4) contra a decisão "ultrajante" do juiz James Robart.

Com a suspensão do decreto, os cidadãos dos sete países de maioria muçulmana (Iêmen, Irã, Iraque, Líbia, Síria, Somália e Sudão) que estavam impedidos de entrar nos EUA por 90 dias passaram a ser aceitos pelas companhias aéreas no embarque de voos para solo americano.

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A Qatar Airlines foi a primeira a voltar a permitir esses passageiros, desde que estejam com vistos válidos.. Air France, Emirates, Iberia e Lufthansa, entre outras, fizeram o mesmo.

No entanto, para algumas pessoas que haviam mudado seus planos devido ao veto, a nova mudança nas regras não dá garantias suficientes.

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