Tropas de Israel matam 1 palestino e deixam 4 feridos durante embates na Cisjordânia ocupada
Forças israelenses atiraram e mataram um palestino e feriram outros durante um protesto contra os assentamentos israelenses na Cisjordânia ocupada, disseram o Ministério da Saúde e médicos palestinos
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Sputnik - Em maio, cerca de 50 famílias de colonos israelenses se mudaram para região depois de erguerem um conjunto de caravanas, e desde então, protegidos pelo Exército, continuam ocupando a área.
Forças israelenses atiraram e mataram um palestino e feriram outros durante um protesto contra os assentamentos israelenses na Cisjordânia ocupada, disseram o Ministério da Saúde e médicos palestinos, segundo a Reuters.
O homem foi ferido por uma arma de fogo na cabeça na vila de Beita e não resistiu aos ferimentos em um hospital em Nablus, informou o ministério nesta sexta-feira (10).
De acordo com a mídia, quatro outros palestinos foram feridos por fogo israelense e mais de 50 outros sofreram inalação de gás lacrimogêneo.
Jamil Abu Ayyash, um jovem palestiniano na casa dos vinte anos, acabou de morrer de ferimentos graves sofridos por tiros israelenses durante o protesto anticolonização semanal no início de hoje na vila ocupada de Beita, na Cisjordânia
Do lado israelense, as tropas disseram que atuaram no local "com meios de dispersão de motins para restaurar a ordem" e que "estão cientes sobre relatos de que um palestino foi morto", disseram os militares citados pela mídia.
Segundo a agência, palestinos têm feito protestos semanais no vilarejo de Beita, ao sul de Nablus, para expressar raiva a um posto avançado de colonos israelenses nas proximidades, muitas vezes levando a confrontos violentos com as tropas israelenses.
Em maio, cerca de 50 famílias de colonos israelenses se mudaram para região depois de erguerem um conjunto de caravanas em Jabal Sabih, de acordo com a Aljazeera.
A presença dos colonos, junto ao Exército para protegê-los, significa que os palestinos não podem acessar suas áreas. O território está sob ameaça de confisco formal pelo Exército israelense, que pode declará-la "terra do Estado" ou transformá-la em uma base militar, relatou a agência.
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