Tropa iraquianas atacam defesas EI em Mosul

Forças do Iraque apoiadas por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos alvejaram posições de defesa do Estado Islâmico no extremo leste de Mosul com disparos de artilharia e ataques aéreos, um dia depois de combaterem dentro da cidade pela primeira vez; "Atualmente estamos envolvidos em batalhas nos arredores do leste de Mosul", disse o tenente-general Abdul Wahab al-Saidi; combates dentro da própria cidade, o último grande bastião dos jihadistas no Iraque e que ainda abriga 1,5 milhão de habitantes, podem levar meses

Forças do Iraque apoiadas por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos alvejaram posições de defesa do Estado Islâmico no extremo leste de Mosul com disparos de artilharia e ataques aéreos, um dia depois de combaterem dentro da cidade pela primeira vez; "Atualmente estamos envolvidos em batalhas nos arredores do leste de Mosul", disse o tenente-general Abdul Wahab al-Saidi; combates dentro da própria cidade, o último grande bastião dos jihadistas no Iraque e que ainda abriga 1,5 milhão de habitantes, podem levar meses
Forças do Iraque apoiadas por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos alvejaram posições de defesa do Estado Islâmico no extremo leste de Mosul com disparos de artilharia e ataques aéreos, um dia depois de combaterem dentro da cidade pela primeira vez; "Atualmente estamos envolvidos em batalhas nos arredores do leste de Mosul", disse o tenente-general Abdul Wahab al-Saidi; combates dentro da própria cidade, o último grande bastião dos jihadistas no Iraque e que ainda abriga 1,5 milhão de habitantes, podem levar meses (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - Forças do Iraque apoiadas por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos alvejaram posições de defesa do Estado Islâmico no extremo leste de Mosul com disparos de artilharia e ataques aéreos nesta terça-feira, um dia depois de combaterem dentro da cidade pela primeira vez.

Uma fumaça cinza-escura pairava no ar a leste do bastião dos militantes islâmicos, e era possível ouvir o som contínuo dos disparos de artilharia, disse um repórter da Reuters próximo de Bazwaia, cerca de cinco quilômetros a leste de Mosul.

Ainda mais ao leste era possível ouvir explosões.

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"Atualmente estamos envolvidos em batalhas nos arredores do leste de Mosul", disse o tenente-general Abdul Wahab al-Saidi, da unidade de elite Serviço de Contraterrorismo (CTS).

"A pressão está em todos os lados da cidade para facilitar a entrada no centro da cidade".

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Duas semanas depois de terem iniciado uma campanha para retomar Mosul do Estado Islâmico auxiliadas por um grande apoio terrestre e aéreo dos EUA, as forças iraquianas liberaram dezenas de vilarejos e cidades na planície de Nínive, a leste da cidade, e agora avançam ao longo do rio Tigre vindas do sul.

Mas os combates dentro da própria cidade, o último grande bastião dos jihadistas no Iraque e que ainda abriga 1,5 milhão de habitantes, podem levar meses.

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A ofensiva, que envolve forças regulares do Exército, unidades de elite de contraterrorismo, a polícia federal, combatentes curdos peshmerga e milícias xiitas, é a mais complexa desde a invasão encabeçada pelos norte-americanos em 2003 que depôs Saddam Hussein.

Os comandantes alertaram que a luta pode durar meses.

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Em Bazwaia, guardas do CTS disseram à Reuters que um suicida em um carro-bomba tentou atacar sua posição no início desta terça-feira, mas que o detiveram com metralhadoras. Destroços e partes do corpo do agressor ainda podiam ser vistas às margens do local.

Além dos ataques suicidas, os militantes do Estado Islâmico refrearam o avanço do Exército com atiradores de elite, morteiros, bombas de beira de estrada e armadilhas explosivas dentro de edifícios abandonados.

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Eles também expulsaram milhares de civis de vilarejos e os obrigaram a andar junto a combatentes em retirada rumo a Mosul, usando-os como "escudos humanos", disseram autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU) e moradores dos vilarejos.

Mosul é muito maior do que qualquer outra cidade controlada pelo Estado Islâmico no Iraque ou na Síria. Sua recaptura marcaria o fim da ala iraquiana do califado que o grupo declarou em partes dos dois países dois anos atrás, embora os militantes sunitas radicais tenham se recuperado de contratempos anteriores no Iraque.

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