Tribunal egípcio condena dois partidários de Mursi à morte

Um tribunal egípcio condenou à morte neste sábado dois partidários do ex-presidente Mohamed Mursi, por assassinatos durante os atos de violência que tomaram a cidade de Alexandria no ano passado, depois que o Exército depôs o chefe de Estado islâmico

Members of the Muslim Brotherhood and supporters of Egypt's President Mohamed Mursi hold pictures of him as they react after the Egyptian army's statement was read out on state TV, at the Raba El-Adwyia mosque square in Cairo July 3, 2013. Egypt's armed f
Members of the Muslim Brotherhood and supporters of Egypt's President Mohamed Mursi hold pictures of him as they react after the Egyptian army's statement was read out on state TV, at the Raba El-Adwyia mosque square in Cairo July 3, 2013. Egypt's armed f (Foto: Leonardo Attuch)


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ALEXANDRIA, 29 Mar (Reuters) - Um tribunal egípcio condenou à morte neste sábado dois partidários do ex-presidente Mohamed Mursi, por assassinatos durante os atos de violência que tomaram a cidade de Alexandria no ano passado, depois que o Exército depôs o chefe de Estado islâmico.

Os dois homens estavam sendo julgados por crimes que incluíam atirar jovens do topo de um edifício na cidade do Mar Mediterrâneo. O juiz decidiu que os dois homens devem ser submetidos ao mufti, maior autoridade religiosa da nação, para a qual as decisões sobre sentenças de morte são enviadas.

Em um outro caso, um tribunal egípcio da província de Minya, no sul do país, sentenciou 529 partidários da Irmandade Muçulmana à morte, causando grandes críticas por parte de governos ocidentais e grupos de defesa dos direitos humanos. (Reportagem de Tom Perry)

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