Trabalhadores da saúde realizam greve de 24 horas no Uruguai
A greve é realizada em busca de aumento salarial, melhoria das condições de trabalho e regularização de incentivos
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TeleSur - A Federação Uruguaia de Agentes da Saúde Pública (FSSP) realizou nesta quarta-feira uma greve de 24 horas em todo o país, acompanhada de comício e mobilização na capital, Montevidéu, exigindo melhores condições de trabalho.
O presidente da organização sindical, Martín Pereira, declarou que a federação tem travado conversas com os deputados e que não houve modificações no projeto orçamentário, que não tem dotação orçamentária para que a Administração Estadual de Serviços de Saúde (ASSE) possa continuar funcionando.
Durante a greve, também foi reivindicado aumento salarial, que o trabalho dos agentes de saúde seja decretado insalubre, pensão especial para familiares de trabalhadores de saúde mortos pela Covid-19, cinco dias de licença extraordinária para toda a equipe de saúde, entre outras reivindicações.
Pereira indicou que há incerteza quanto ao futuro de cerca de 4.000 profissionais de saúde contratados que dependem do Fundo Covid-19 e que são, no entanto, aqueles que fazem com que a ASSE possa prestar um melhor atendimento.
A FSSP denuncia que há uma perda salarial de 11 por cento até agora durante o governo de Luis Lacalle Pou, e que o número de usuários do sistema de saúde cresce sem um aumento orçamentário correspondente e não há aumento de itens com a demanda, o que deixa tudo para trás em relação à pandemia Covid-19.
O Uruguai experimentou nos últimos dias greves parciais e gerais em rejeição às políticas do governo de Lacalle Pou estabelecidas em meio à pandemia de Covid-19.
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