Tijolaço: ódio contagia e mata. É difícil entender?

"O ódio foi cuidadosamente semeado nos últimos anos, ódio de todas as espécies: ódios raciais, nacionais, religiosos, ideológicos. Nos Estados Unidos, isso se juntou ao insano culto norte-americano às armas, que alguns lunáticos estão criando também aqui", escreve o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, sobre o mais recente massacre nos EUA; "O que mais é preciso para que se entenda que a aceitação do ódio potencializa os loucos e a permissão do uso de armas dá a eles os meios de realizar seus delírios?", indaga

"O ódio foi cuidadosamente semeado nos últimos anos, ódio de todas as espécies: ódios raciais, nacionais, religiosos, ideológicos. Nos Estados Unidos, isso se juntou ao insano culto norte-americano às armas, que alguns lunáticos estão criando também aqui", escreve o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, sobre o mais recente massacre nos EUA; "O que mais é preciso para que se entenda que a aceitação do ódio potencializa os loucos e a permissão do uso de armas dá a eles os meios de realizar seus delírios?", indaga
"O ódio foi cuidadosamente semeado nos últimos anos, ódio de todas as espécies: ódios raciais, nacionais, religiosos, ideológicos. Nos Estados Unidos, isso se juntou ao insano culto norte-americano às armas, que alguns lunáticos estão criando também aqui", escreve o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, sobre o mais recente massacre nos EUA; "O que mais é preciso para que se entenda que a aceitação do ódio potencializa os loucos e a permissão do uso de armas dá a eles os meios de realizar seus delírios?", indaga (Foto: Giuliana Miranda)


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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

Foi identificado como Devin Kelley, um ex-integrante da Força Aérea, “excluído sem honras”, o assassino de pelo menos 25 pessoas na igreja batista de uma pequena vila no interior do Texas.

Os assassinatos em massa se sucedem, agora quase à razão de um por semana, e já não é possível colocar a culpa sobre radicais islâmicos, embora a quase consumada derrota do Isis na Síria e no Iraque vá espalhar seus remanescentes mundo afora.

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Digo um por semana só por conta dos de grandes dimensões, porque um levantamento publicado pela Newsweek mostrava que em 240 dias de 2017 ocorreram 244 ataques em massa a tiros, nos EUA, com 10.223 mortes e 20.530 feridos a bala, apenas em casos onde houve 4 alvos, ao menos.

O ódio foi cuidadosamente semeado nos últimos anos, ódio de todas as espécies: ódios raciais, nacionais, religiosos, ideológicos.

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Nos Estados Unidos, isso se juntou ao insano culto norte-americano às armas, que alguns lunáticos estão criando também aqui.

O alucinado Kelley jamais poderia ter causado mal e dor na escala em que causou se não pudesse ter o fuzil que exibia no Facebook, como o contador aposentado Stephen Paddock não poderia ter matado 59 pessoas num show de música em Las Vegas se não tivesse, legalmente, várias armas automáticas.

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O que mais é preciso para que se entenda que a aceitação do ódio potencializa os loucos e a permissão do uso de armas dá a eles os meios de realizar seus delírios?

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