Tibet não aceita provocação de forças externas, diz mídia chinesa

A Rádio Internacional da China comenta sobre o 70º aniversário da libertação pacífica do Tibet, transcorrido nesta quinta-feira (19)

Tibet comemora 70º aniversário da libertação
Tibet comemora 70º aniversário da libertação (Foto: Xinhua)


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Rádio Internacional da China - A libertação pacífica do Tibet, em 19 de agosto de 1951, foi um ponto de virada na história tibetana e o início de uma vida melhor para a populaça local.

O que os tibetanos querem? É exatamente uma vida tranquila e próspera e o direito de gerir autonomamente os assuntos das próprias etnias, tal como todas as populações do mundo. A libertação pacífica do Tibet expulsou completamente as forças imperialistas da região, defendendo a soberania e a integridade territorial do país, fazendo com que as pessoas do Tibet gozem, junto com todas as etnias da China, da soberania e da dignidade. A reforma democrática liderada pelo Partido Comunista da China (PCCh) libertou milhões de escravos agrícolas na região, garantindo-lhes posição social de igualdade e direitos políticos.

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Atualmente, a região conta com 140 vias aéreas internas e externas, e está conectada à rede 4G. O rendimento das pessoas que atuam no setor agropecuário tem mantido um crescimento de duas cifras por 18 anos consecutivos. 

Desde o Congresso Nacional do PCCh realizado em 2012, o Tibet entrou no melhor período de seu desenvolvimento. O ritmo de crescimento econômico anual está entre os três primeiros em nível nacional. Entre 2015 e 2020, a renda de todos os habitantes tibetanos conseguiu se manter no primeiro lugar do país por seis anos contínuos. Em 2020, a região eliminou a pobreza absoluta, tornando-se um dos destinos mais procurados do mundo devido ao seu bom ambiente ecológico.

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A cultura tibetana também se desenvolve e a sua escrita e língua são amplamente usadas. Cerca de 800 itens, incluindo o Thangka, teatro, medicina e medicamentos tibetanos, estão tombados como patrimônios culturais imateriais. As crenças religiosas tibetanas também são respeitadas, com mais de 1.700 templos providos de eletricidade, água potável e instalações cibernéticas. 

O escritor norte-americano, Laurence J. Brahm, considera que todas as culturas étnicas do Tibet estão perfeitamente protegidas. O advogado paquistanês, Muhammad Iqbal, que já viajou pela região, disse que o Tibet de hoje já não é o que era no passado, e que a estabilidade socioeconômica ajuda o trabalho de erradicação da pobreza no local.

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