Tesla é processada pela 2ª vez em um mês por assédio sexual em fábrica
Uma operária da linha de montagem acusou réus, incluindo seu ex-gerente, de assédio sexual "contínuo e generalizado". A vítima alega que o gerente a abraçou e a massageou enquanto fazia comentários rudes e sugestivos
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San Francisco (Reuters) - A Tesla está sendo processada por assédio sexual por uma segunda funcionária em menos de um mês, com alegações nos dois processos de um "ambiente de trabalho hostil" para as mulheres na fábrica da montadora nos Estados Unidos.
Erica Cloud, uma operária da linha de montagem da Tesla, acusou réus, incluindo seu ex-gerente, de assédio sexual "contínuo e generalizado" em um processo aberto no Tribunal Superior do Condado de Alameda, no estado norte-americano da Califórnia, na quarta-feira.
A vítima alega que o gerente a abraçou e a massageou enquanto fazia comentários rudes e sugestivos. Ela disse que agora está sofrendo retaliação de outros gerentes depois de reclamar com a equipe de recursos humanos da Tesla sobre a má conduta.
A montadora e outros réus a submeteram a "um ambiente de trabalho hostil decorrente de animosidade em relação a seu gênero, assédio sexual", diz o processo, que alega falha da empresa e de outros réus em prevenir e tomar ações corretivas sobre assédio sexual e retaliação.
A Tesla não respondeu imediatamente às perguntas por e-mail da Reuters sobre o processo. A empresa não possui um departamento de relações públicas.
Em 18 de novembro, outra trabalhadora da Tesla, Jessica Barraza, registrou um processo contra a empresa em que alegava assédio sexual recorrente na fábrica em Fremont, Califórnia.
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