Terroristas preparam novas ações com armas químicas na Síria
Apesar dos apelos à sensatez e em meio aos avanços do Exército sírio em todo o país, que está a ponto de vencer a guerra imposta pelas potências imperialistas e grupos armados da oposição, os terroristas liderados pela antiga Frente al Nusra distribuem e armazenam em áreas da província de Idleb mísseis com gases tóxicos
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247, com Prensa Latina - Apesar dos apelos à sensatez e em meio aos avanços do Exército sírio em todo o país, que está a ponto de vencer a guerra imposta pelas potências imperialistas e grupos armados da oposição, os terroristas liderados pela antiga Frente al Nusra distribuem e armazenam em áreas da província de Idleb mísseis com gases tóxicos.
Segundo fontes locais e meios de imprensa sírios, ao menos 50 dessas armas, modificadas e atualizadas operativamente por especialistas franceses, foram distribuídas em localidades da região, como Tal Sultán, Kafer Zeita e Mork.
Essas áreas fazem são fronteira com o norte de Hama e oeste de Alepo, cuja principal cidade - a menos de 80 quilômetros - foi atacada recentemente com gás cloro, deixando 107 pessoas feridas.
A situação é realmente complicada, explicaram analistas, porque abarca a região contemplada no acordo da zona desmilitarizada, estabelecida no acordo entre a Rússia, a Turquia e a Síria, que nunca foi respeitada pelos extremistas.
Independente das disputas internas, dos tiroteios, sequestros e detenções, a organização terrorista se encarregou de entregar as armas tóxicas a outros grupos coligados, como os chamados Guardiães da Religião e o Partido do Turquistão.
Também receberam esses equipamentos os chamados Exército do Caúcaso e do Al Izza, que nas últimas horas e depois de alguns conflitos com o Al Nusra, decidiram colaborar e favorecer ações conjuntas.
Em Idleb, situada 320 quilômetros ao norte de Damasco, se concentram segundo estimativas, cerca de 50 mil terroristas das mencionadas organizações, que deveriam, ao menos, entregar as armas pesadas e participar das negociações, segundo o acordo.
O acordo da zona desmilitarizada, que previa também a patrulha conjunta da Polícia Militar russa, também não foi adiante e continuam sendo detectadas contínuas violações ao cessar-fogo.
Estas ações sabotam qualquer tipo de negociação prevista e ficam à margem das realizadas em Sochi, Astaná ou Genebra, destinadas a pôr fim à guerra na Síria.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247