Terrorista pede perdão às famílias das vítimas de atentado em Bali
Umar Patek é julgado pelo crime ocorrido em 2002, quando morreram 202 pessoas
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Opera Mundi - O terrorista indonésio Umar Patek pediu perdão nesta quinta-feira, na sala de um tribunal de justiça de Jacarta, às vítimas do atentado ocorrido na ilha de Bali em 2002, que matou 202 pessoas, em sua maioria turistas estrangeiros.
"Quero pedir perdão pessoalmente às famílias das vítimas, especialmente àquelas do primeiro atentado em Bali", disse Patek durante a leitura de uma carta escrita por ele.
Este muçulmano indonésio de 45 anos, especialista em bombas, havia pedido perdão anteriormente às vítimas indonésias do atentado, mas não aos cidadãos de outras 20 nações, entre eles dois brasileiros, que morreram no dia 12 de outubro de 2002.
Patek começou a ser julgado em fevereiro por sua participação no ato terrorista, e a sentença deve ser anunciada no próximo dia 21. A acusação pediu prisão perpétua para o acusado por ele ter construído as bombas utilizadas no atentado.
Já o advogado de defesa Ashludin Hatjani solicitou ao tribunal uma pena inferior a 15 anos, alegando que "as bombas estavam quase completamente montadas quando ele chegou a Bali".
Patek foi detido em janeiro de 2011 na cidade paquistanesa de Abbottabad, a mesma na qual quatro meses depois uma tropa de elite americana matou Osama bin Laden.
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