Tailândia: Junta Militar liberta ex-primeira-ministra

Yingluck Shinawatra, que dirigia o governo até ser destituída pelo Tribunal Constitucional no início de maio, foi detida depois de ter respondido à convocação da Junta Militar, no poder desde quinta-feira passada (22)

Yingluck Shinawatra, que dirigia o governo até ser destituída pelo Tribunal Constitucional no início de maio, foi detida depois de ter respondido à convocação da Junta Militar, no poder desde quinta-feira passada (22)
Yingluck Shinawatra, que dirigia o governo até ser destituída pelo Tribunal Constitucional no início de maio, foi detida depois de ter respondido à convocação da Junta Militar, no poder desde quinta-feira passada (22) (Foto: Gisele Federicce)


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Agência Lusa

A ex-primeira-ministra tailandesa Yingluck Shinawatra, detida pelo Exército desde sexta-feira passada (23) em local secreto, foi libertada e autorizada a regressar à sua casa, anunciou hoje (27) a Junta Militar que assumiu o poder.

Yingluck, que dirigia o governo até ser destituída pelo Tribunal Constitucional no início de maio, foi detida depois de ter respondido à convocação da Junta Militar, no poder desde quinta-feira passada (22). Além da antiga chefe do governo, a junta convocou na sexta-feira cerca de 200 personalidades.

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"Ela regressou à casa" e está bem, declarou o porta-voz da junta, coronel Winthai Suvaree. "Todos aqueles que foram libertados têm que assinar um acordo em que concordam informar ao Conselho da Paz e da Ordem o seu paradeiro", acrescentou. O coronel não confirmou se a casa de Yingluck está sob vigilância militar.

Yingluck é a irmã mais nova do milionário e antigo primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, que se exilou para evitar ser julgado por corrupção, mas que continua a ser um fator de divisão no país.

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Entretanto, um ministro do governo civil, destituído na sequência do golpe de Estado, foi detido pelos militares, durante encontro com a imprensa, em Bangcoc.

Chaturon Chaisong acabava de anunciar no Clube da Imprensa Estrangeira que "tinha decidido não se apresentar" à convocação da junta, quando vários soldados entraram no local e o levaram perante dezenas de câmeras e máquinas fotográficas.

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