Suspeita de fraude pode mudar eleição americana

Os cientistas teriam encontrado discrepâncias nos votos dos estados de Michigan, Wisconsin e Pensilvânia. Os dois últimos estados foram conquistados por Trump por uma margem pequena de votos e poderiam mudar o resultado das eleições; se confirmada a discrepância, Hillary Clinton poderia questionar o resultado do pleito e ser eleita presidente

Os cientistas teriam encontrado discrepâncias nos votos dos estados de Michigan, Wisconsin e Pensilvânia. Os dois últimos estados foram conquistados por Trump por uma margem pequena de votos e poderiam mudar o resultado das eleições; se confirmada a discrepância, Hillary Clinton poderia questionar o resultado do pleito e ser eleita presidente
Os cientistas teriam encontrado discrepâncias nos votos dos estados de Michigan, Wisconsin e Pensilvânia. Os dois últimos estados foram conquistados por Trump por uma margem pequena de votos e poderiam mudar o resultado das eleições; se confirmada a discrepância, Hillary Clinton poderia questionar o resultado do pleito e ser eleita presidente (Foto: Leonardo Attuch)


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Da Agência Sputinik

Se confirmada a discrepância, Hillary Clinton poderia questionar o resultado do pleito e ser eleita presidente.

Um grupo de cientistas da computação e advogados eleitorais divulgou nesta quarta que há evidências de fraude na eleição presidencial dos EUA em pelo menos três-estados chave.

Entre os denunciantes estão o diretor do Instituto Nacional pelo Direito ao Voto, John Bonifaz e diretor do Centro de Segurança e Sociedade de Computação da Universidade de Michigan, J. Alex Halderman.

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Os cientistas teriam encontrado discrepâncias nos votos dos estados de Michigan, Wisconsin e Pensilvânia. Os dois últimos estados foram conquistados por Trump por uma margem pequena de votos e poderiam mudar o resultado das eleições. Isso porque, somados, os três estados acumulam um total de 46 delegados do Colégio Eleitoral, levando Hillary de 232 para 278 (para ser eleito, é necessário conquistar 270 delegados) e Trump de 302 para 256.

Os acadêmicos apresentaram descobertas que mostram que em Wisconsin, por exemplo, Clinton recebeu 7% menos votos em municípios que dependiam de máquinas de votação eletrônica em comparação com municípios que usavam scanners ópticos e cédulas de papel. Com base nesta análise estatística, Clinton pode ter 30.000 votos que não foram computados.

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Ela perdeu no estado por uma diferença de 27.000. ​ ​As alegações, porém, parecem frágeis. Os estatísticos Nate Silver, do FiveThirtyEight, e Nate Cohn, do The New York Times compararam a votação com países que usavam cédulas de papel com aqueles que usavam máquinas eletrônicas. Silver e Cohn disseram que os resultados suspeitos desaparecem ao considerar fatores demográficos como raça e educação.

Negação do resultado Os apoiadores de Hillary têm circulado petições para forçar os eleitores no Colégio Eleitoral a não votar em Trump (nos EUA, os delegados não são obrigados a seguir os resultados do estado, embora casos contrários sejam raríssimos na história norte-americana) e usando hashtags no Twitter para pedir a recontagem da votação.

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De acordo com o jornal britânico The Guardian, um segundo grupo estaria ainda preparando um relatório detalhado com as preocupações para ser entregue a uma comissão parlamentar e para autoridades federais no início da próxima semana. O documento já teria 18 páginas. Nem Hillary nem seu comitê se manifestou sobre o assunto até o momento. De acordo com a Esquire, a candidata democrata teria sido aconselhada pela Casa Branca a não contestar os resultados, de modo a facilitar a transição de governo.


Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/americas/201611236921672-possivel-fraude-votos-eua/

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