Suposto ataque de Israel a base iraniana na Síria deixa 15 mortos
Pelo menos 15 pessoas morreram em um suposto ataque de mísseis israelenses contra armazéns e plataformas de mísseis localizados ao sudoeste de Damasco, supostamente pertencentes à Guarda Revolucionária Iraniana; entre os mortos, há oito iranianos, indicou a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos; agência liga o ataque a um suposto apoio de Israel a grupos terroristas; Israel realizou vários ataques contra bases iranianas na Síria, entre eles, o bombardeio do aeroporto militar T4, em Homs, no início de abril
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Agência Brasil - Pelo menos 15 pessoas morreram na noite de ontem (8) em um suposto ataque de mísseis israelenses contra armazéns e plataformas de mísseis localizados ao sudoeste de Damasco, supostamente pertencentes à Guarda Revolucionária Iraniana, informou a Organização Não Governamental (ONG) Observatório Sírio de Direitos Humanos.
Entre os mortos, há oito iranianos, indicou a ONG, que não precisou a nacionalidade das demais vítimas, nem o número de feridos. A agência oficial síria Sana afirmou que as defesas antiaéreas sírias destruíram dois mísseis lançados por Israel na região de Al Kasua, nos arredores de Damasco. Pelo menos um homem e uma mulher ficaram feridos pela explosão causada pela interceptação dos mísseis, segundo uma fonte médica, também citada pela Sana.
A agência liga o ataque a um suposto apoio de Israel a grupos terroristas. O governo sírio classifica como grupo terrorista qualquer organização propensa a uma mudança de regime no país, sem fazer distinções entre as facções opositoras, islamitas radicais ou grupos como o Estado Islâmico.
Israel realizou vários ataques contra bases iranianas na Síria, entre eles, o bombardeio do aeroporto militar T4, em Homs, no início de abril, embora as autoridades de Tel Aviv não reconheçam sua participação nestas ações. As autoridades sírias e iranianas também não reconheceram baixas nos últimos ataques supostamente realizados por Israel. Ontem, o exército israelense anunciou que o país se encontra em alerta máximo pela possibilidade de acontecer um ataque iraniano contra as Colinas de Golã, território sírio ocupado e anexado por Israel em 1981.
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