Suíça impõe sanções à Venezuela e congela bens de altos dirigentes do país
O governo da Suíça promulgou sanções contra a Venezuela, país presidido por Nicolás Maduro, e congelou os fundos de sete ministros e altos funcionários venezuelanos "por causa das violações aos direitos humanos e à deterioração do estado de direito e das instituições democráticas" no País; também foram congelados os bens de empresas e instituições venezuelanas que o comunicado também não nomeia
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O governo da Suíça promulgou nesta quarta-feira (28) sanções contra a Venezuela e congelou os fundos de sete ministros e altos funcionários venezuelanos "por causa das violações aos direitos humanos e à deterioração do estado de direito e das instituições democráticas" no país.
As sanções, que já começaram a valer a partir de hoje, seguem assim as sanções impostas contra a Venezuela pela União Europeia, informou o Executivo suíço em comunicado. Concretamente, o Conselho Federal da Suíça congelou fundos de sete ministros e ocupantes de altos cargos da Venezuela, que ficam proibidos de entrar na Suíça, embora o comunicado não especifique quem são.
Também foram congelados os bens de empresas e instituições venezuelanas que o comunicado também não nomeia. Além disso, o Conselho Federal estabeleceu um embargo que proíbe a venda, a exportação e o trânsito de equipamentos militares e os bens "suscetíveis de ser usados com fins repressivos". Além disso, está proibida a venda de equipamentos e tecnologias que possam servir para vigilância ou para interceptar comunicações telefônicas ou de internet.
O texto especifica que o governo da Suíça está "gravemente preocupado com as violações repetidas das liberdades individuais dos venezuelanos, onde o princípio da separação de poderes é severamente afetado e onde o processo para as próximas eleições sofre um forte déficit de legitimidade".
O Executivo suíço apela à Venezuela a "restaurar a integridade do processo eleitoral e a promover um espaço democrático inclusivo e plenamente respeitoso de seu marco constitucional e legal e de suas obrigações internacionais".
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