Sobe para 35 o número de mortos em protestos na Venezuela
Policial faleceu na Venezuela depois de ser ferido por um disparo em uma manifestação, informou o Ministério Público, o que elevou para 35 o número de mortos da atual onda de protestos contra o presidente Nicolás Maduro; policial de 38 anos foi baleado na tarde de quarta-feira no município de San Joaquín, no Estado de Carabobo, disse a Procuradoria
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Reuters - Um policial faleceu na madrugada desta quinta-feira na Venezuela depois de ser ferido por um disparo em uma manifestação, informou o Ministério Público, o que elevou para 35 o número de mortos da atual onda de protestos contra o presidente Nicolás Maduro.
O policial de 38 anos foi baleado na tarde de quarta-feira no município de San Joaquín, no Estado de Carabobo, disse a Procuradoria, sem dar maiores detalhes.
Na véspera, milhares de venezuelanos foram às ruas para protestar contra o que consideram uma "ditadura" do socialista Maduro, que convocou um Assembleia Constituinte para redigir uma nova carta magna, o que poderia levar a eleições.
Os protestos, que foram fortemente reprimidos pelas forças de segurança, terminaram com um morto e mais de 200 feridos só em Caracas, denunciaram opositores.
"A Procuradoria de Carabobo investiga morte do oficial de Polícia deste Estado Gerardo Barrera, que perdeu a vida neste 4 de maio", disse o Ministério Público.
A oposição vem protestando nas ruas da Venezuela desde o final de março e dizendo que não irá desistir até conseguir, entre outras coisas, a convocação de eleições gerais antecipadas, a libertação de mais de uma centena de presos políticos e a separação dos Poderes públicos.
Os estudantes universitários do país se concentraram em suas instituições de ensino para protestar contra o governo.
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