Síria: França diz que ataques aéreos podem ocorrer quarta

Presidente francês, François Hollande, disse que a rejeição britânica a uma intervenção não vai alterar a posição de Paris sobre uma intervenção militar no país em apoio à estratégia do presidente dos EUA, Barack Obama  

Presidente francês, François Hollande, disse que a rejeição britânica a uma intervenção não vai alterar a posição de Paris sobre uma intervenção militar no país em apoio à estratégia do presidente dos EUA, Barack Obama  
Presidente francês, François Hollande, disse que a rejeição britânica a uma intervenção não vai alterar a posição de Paris sobre uma intervenção militar no país em apoio à estratégia do presidente dos EUA, Barack Obama   (Foto: Roberta Namour)


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Da Agência Lusa
Paris - O presidente francês, François Hollande, disse hoje (30) que os ataques militares à Síria podem ocorrer quarta-feira (4) e que a rejeição britânica a uma intervenção não vai alterar a posição de Paris. "A França quer uma ação firme contra o regime de Damasco", declarou Hollande, em entrevista ao Monde, um dia depois de os deputados britânicos terem recusado uma intervenção militar na Síria.

Na quarta-feira, o Parlamento francês reúne-se, em sessão extraordinária, para um debate, sem votação, sobre a situação na Síria.

"Cada país é soberano para participar, ou não, de uma operação. Isso vale para o Reino Unido, como para a França", indicou Hollande, questionado sobre a possibilidade de intervir na Síria, sem o apoio de Londres. "Vou falar hoje com [o presidente norte-americano] Barack Obama", acrescentou.

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Hollande, que é, a partir de agora, o principal aliado dos Estados Unidos após a decisão britânica, excluiu a possibilidade de qualquer intervenção antes da saída dos inspetores da Organização das Nações Unidas (ONU), que investigam na Síria os possíveis ataques com armas químicas.

A missão da ONU deve deixar o país neste sábado (31) e fazer de imediato um relatório oral ao secretário-geral da instituição, Ban Ki-moon.

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Hollande disse não ser "favorável a uma intervenção internacional para 'libertar' a Síria ou derrubar o ditador". Acrescentou, no entanto, que "se deve travar um regime que comete atos irreparáveis contra a população".

Para ele, "uma série de indícios [aponta] no sentido da responsabilidade do regime" do presidente Bashar Al Assad, após a morte de centenas de pessoas, em 21 de agosto, nos arredores de Damasco, em ataques com armas químicas.

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Da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

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