Síria destruiu todas as suas armas químicas

A Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) assegurou que suas equipes inspecionaram 21 de 23 locais de armas químicas na Síria. Os outros dois eram perigosos demais para serem inspecionados, mas equipamentos químicos já haviam sido removidos para outros locais que foram visitados pelos especialistas, segundo a Opaq; governo de Bashar al-Assad cumpriu sua promessa

A U.N. vehicle is seen near a photo of Syrian President Bashar al-Assad at the entrance of a hotel where a team of experts from the Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW) are staying in Damascus October 8, 2013. The global chemical we
A U.N. vehicle is seen near a photo of Syrian President Bashar al-Assad at the entrance of a hotel where a team of experts from the Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW) are staying in Damascus October 8, 2013. The global chemical we (Foto: Leonardo Attuch)


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BEIRUTE, 31 Out (Reuters) - A Síria destruiu todos as instalações declaradas de produção de armas químicas, cumprindo uma meta fundamental de um ambicioso programa de desarmamento do país, disse o organismo internacional de fiscalização das armas químicas em um documento obtido pela Reuters.

A Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) disse no documento que suas equipes inspecionaram 21 de 23 locais de armas químicas na Síria. Os outros dois eram perigosos demais para serem inspecionados, mas equipamentos químicos já haviam sido removidos para outros locais que foram visitados pelos especialistas, segundo a Opaq.

"A Opaq está satisfeita de ter verificado, e ter visto destruídos, equipamentos de todos os 23 locais importantes de produção/mistura/preenchimento declarados", disse o documento.

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Sob um acordo mediado por Rússia e Estado Unidos, o governo sírio aceitou destruir todas as suas armas químicas, após Washington ter ameaçado usar a força em resposta à morte de centenas de pessoas em um ataque com gás sarin nos arredores de Damasco em 21 de agosto.

(Reportagem de Dominic Evans)

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