Sindicato denuncia agressões a 376 jornalistas em protestos na Venezuela

O principal sindicato de jornalistas da Venezuela denunciou que 376 repórteres sofreram agressões durante quase três meses de manifestações contra o presidente Nicolás Maduro; segundo a entidade, a maioria das agressões foi cometida por policiais e militares; de acordo com Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP), foram registradas 33 "detenções ilegais" de trabalhadores dos meios de comunicação; Ministério Público já havia pedido a tribunais "medidas especiais de proteção" a jornalistas

Manifestantes em protesto contra o governo do presidente Nicolás Maduro, em Caracas, Venezuela. 11/04/2017 REUTERS/Christian Veron
Manifestantes em protesto contra o governo do presidente Nicolás Maduro, em Caracas, Venezuela. 11/04/2017 REUTERS/Christian Veron (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - O principal sindicato de jornalistas da Venezuela denunciou neste domingo (25) que 376 repórteres sofreram agressões durante quase três meses de manifestações contra o presidente Nicolás Maduro. Segundo a entidade, a maioria das agressões foi cometida por policiais e militares.

"Entre 31 de março de 24 de junho, 376 trabalhadores da imprensa foram agredidos em 238 casos documentados", dos quais as "forças de segurança são responsáveis por 170", disse a organização no Twitter.

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De acordo com Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP), foram registradas 33 "detenções ilegais" de trabalhadores dos meios de comunicação.

O Ministério Público já havia pedido a tribunais sobre "medidas especiais de proteção" aos jornalistas.

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Em consequência dos protestos, 75 pessoas foram mortas e mais de mil ficaram feridas, segundo o Ministério Público. 

 

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