'Sim' lidera no referendo que dará mais poder a Erdogan na Turquia
O "Sim" está liderando no referendo turco sobre as emendas constitucionais, as quais permitirão alargar os poderes presidenciais, de acordo com os primeiros resultados e quando estão contados 24% dos votos; mais de 63% dos eleitores turcos apoiam as emendas constitucionais, de acordo os resultados preliminares do referendo divulgados pela Comissão Eleitoral; as emendas constitucionais, que estabelecem a república presidencialista na Turquia, haviam sido anteriormente adotadas pelo parlamento do país e assinadas pelo presidente Tayyip Erdogan
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Sputnik - O "Sim" está liderando no referendo turco sobre as emendas constitucionais, as quais permitirão alargar os poderes presidenciais, de acordo com os primeiros resultados e quando estão contados 24% dos votos.
Mais de 63% dos eleitores turcos apoiam as emendas constitucionais, de acordo os resultados preliminares do referendo divulgados pela Comissão Eleitoral.
As emendas constitucionais, que estabelecem a república presidencialista na Turquia, haviam sido anteriormente adotadas pelo parlamento do país e assinadas pelo presidente turco Recep Tayyip Erdogan.
O pacote de emendas em 18 artigos da Constituição turca pressupõe que o presidente se torna no principal dirigente do sistema público, com poderes de nomear vice-presidentes, ministros e altos funcionários, sendo que o posto de primeiro-ministro é abolido.
As decisões relacionadas com a criação, dissolução, poderes, responsabilidades e estruturas dos ministérios serão tomadas por decreto presidencial. O chefe do Estado poderá emitir outros decretos com força de lei, que entrarão em vigor sem a intervenção do parlamento, mas esses podem ser anulados caso os parlamentares os rejeitem depois.
O presidente poderá não sair das fileiras do seu partido como estabelece a Constituição atual. O número de deputados aumenta de 550 para 600, enquanto o limiar de idade para ser eleito cai de 25 para 18 anos. As eleições presidenciais e legislativas vão ser convocadas no mesmo dia, dado que o parlamento e o presidente são eleitos para um mandato de 5 anos. O chefe de Estado não poderá permanecer no posto por mais de 2 mandatos consecutivos.
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