Serviço secreto britânico admite que não há sinais de que Rússia considere usar armas nucleares

Chefe da inteligência britânica diz que Rússia atua de acordo com doutrina aceita sobre o uso de armas nucleares

FILE PHOTO: GCHQ Director Jeremy Fleming delivers a speech as he meets with Britain's Queen Elizabeth during her visit at the Watergate House to mark the centenary of the GCHQ (Government Communications Head Quarters) in London, Britain, February 14, 2019. REUTERS/Hannah McKay/Pool
FILE PHOTO: GCHQ Director Jeremy Fleming delivers a speech as he meets with Britain's Queen Elizabeth during her visit at the Watergate House to mark the centenary of the GCHQ (Government Communications Head Quarters) in London, Britain, February 14, 2019. REUTERS/Hannah McKay/Pool (Foto: Hannah Mckay)


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Sputnik - O chefe do serviço de inteligência britânico GCHQ, sir Jeremy Fleming, disse que atualmente não há sinais de que a Rússia esteja considerando usar armas nucleares no conflito na Ucrânia.

Falando no programa Today da Rádio 4 da BBC, no Reino Unido, o chefe do GCHQ — um serviço de inteligência britânico — sir Jeremy alertou que qualquer conversa sobre armas nucleares era "muito perigosa" e, assim como outras autoridades ocidentais, sugeriu que não há qualquer sinal de que Rússia esteja planejando o uso de armas nucleares.

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"Está claro para mim que, embora possamos não gostar e de muitas maneiras abominar as formas como a máquina militar russa e o presidente Putin estão conduzindo essa guerra, eles estão dentro da doutrina que entendemos para seu uso, inclusive para armas nucleares", afirmou o chefe.

De acordo com chefe de inteligência, "Putin está preocupado com os perigos da escalada".

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Durante o programa, sir Jeremy disse que os esforços russos diante do conflito podem conduzir o país a uma "exaustão militar" e "certamente" uma "falta de amigos", mas alertou que os ataques com mísseis contra alvos em toda a Ucrânia na segunda-feira (10) mostraram que a Rússia ainda é "muito capaz" de causar danos.

Na opinião do diretor da agência de inteligência, os custos para a Rússia no conflito na Ucrânia — em termos de pessoas e equipamentos — são "impressionantes", já que Kiev tem demonstrado vigor em sua contraofensiva.

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