Serra convoca embaixadores brasileiros de países que condenaram o golpe

O Ministério das Relações Exteriores convocou os embaixadores brasileiros na Venezuela, Equador e Bolívia para consultas nesta quarta-feira, após os governos desses países definirem o impeachment de Dilma Rousseff como um golpe; em nota, o chanceler interino, José Serra, disse que "o governo brasileiro repudia os termos do comunicado emitido pelo governo venezuelano", de Nicolás Maduro; e diz que "os governos desses países reincidem em expressões equivocadas que ignoram os fundamentos de um Estado democrático de direito, como o que vige de maneira plena no Brasil"

O Ministério das Relações Exteriores convocou os embaixadores brasileiros na Venezuela, Equador e Bolívia para consultas nesta quarta-feira, após os governos desses países definirem o impeachment de Dilma Rousseff como um golpe; em nota, o chanceler interino, José Serra, disse que "o governo brasileiro repudia os termos do comunicado emitido pelo governo venezuelano", de Nicolás Maduro; e diz que "os governos desses países reincidem em expressões equivocadas que ignoram os fundamentos de um Estado democrático de direito, como o que vige de maneira plena no Brasil"
O Ministério das Relações Exteriores convocou os embaixadores brasileiros na Venezuela, Equador e Bolívia para consultas nesta quarta-feira, após os governos desses países definirem o impeachment de Dilma Rousseff como um golpe; em nota, o chanceler interino, José Serra, disse que "o governo brasileiro repudia os termos do comunicado emitido pelo governo venezuelano", de Nicolás Maduro; e diz que "os governos desses países reincidem em expressões equivocadas que ignoram os fundamentos de um Estado democrático de direito, como o que vige de maneira plena no Brasil" (Foto: Ana Pupulin)


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BRASÍLIA (Reuters) - O Ministério das Relações Exteriores convocou os embaixadores brasileiros na Venezuela, Equador e Bolívia para consultas nesta quarta-feira, após os governos desses países criticarem a aprovação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

O governo venezuelano fez as críticas mais duras ao impeachment, suspendeu suas relações com o Brasil e retirou seu embaixador depois da conclusão do processo que culminou com a cassação de Dilma.

"O governo brasileiro repudia os termos do comunicado emitido pelo governo venezuelano hoje, sobre a conclusão do processo de impedimento da ex-presidente da República", disse o Itamaraty em nota.

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Os governos de Equador, Bolívia e também o de Cuba classificaram o impeachment como um golpe de Estado.

"Os governos desses países reincidem em expressões equivocadas que ignoram os fundamentos de um Estado democrático de direito, como o que vige de maneira plena no Brasil", afirmou o Itamaraty.

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"O governo brasileiro conclama as autoridades desses países a manterem a serenidade e a respeitarem os princípios e valores que regem as relações entre as nações latino-americanas."

(Por Alonso Soto e Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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