Senado italiano propõe expulsão do ex-premiê Berlusconi

A Suprema Corte da Itália confirmou, no início de agosto, a condenação do ex-primeiro-ministro à pena de quatro anos de prisão e determinou que a decisão que o proíbe de exercer funções públicas durante cinco anos fosse novamente julgada por um tribunal de apelação

Foto de arquivo do ex-primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, em Milão. Berlusconi disse nesta terça-feira que o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, carece de credibilidade e não é confiável por não lhe dar salvaguardas contra o que chama de
Foto de arquivo do ex-primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, em Milão. Berlusconi disse nesta terça-feira que o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, carece de credibilidade e não é confiável por não lhe dar salvaguardas contra o que chama de (Foto: Leonardo Attuch)


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Da Agência Brasil*

Brasília – A comissão especial do Senado italiano propôs hoje (4) a cassação do mandato do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, por ele ter sido condenado a quatro anos de prisão por fraude fiscal, anunciou o presidente do colegiado, Dario Stefano. Uma lei italiana determina a perda automática do mandato no caso de condenações definitivas superiores a dois anos.

“Tendo tomado nota dos argumentos das partes, a comissão tomou, por maioria, a decisão de propor ao Senado que invalide a eleição de Berlusconi", disse Stefano.

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Agora, caberá ao plenário do Senado votar sobre a decisão, o que deve ocorrer até o fim deste mês.

O ex-primeiro-ministro faltou à audiência da comissão, mas denunciou o procedimento como uma manobra de seus inimigos políticos. “Não há possibilidade de defesa e não há razão para comparecer perante pessoas que já anunciaram, pela imprensa, qual decisão iriam tomar”, disse Berlusconi, em comunicado divulgado por seus advogados.

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A Suprema Corte da Itália confirmou, no início de agosto, a condenação do ex-primeiro-ministro à pena de quatro anos de prisão e determinou que a decisão que o proíbe de exercer funções públicas durante cinco anos fosse novamente julgada por um tribunal de apelação.

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