Senado dos EUA não dá aval a indicada de Biden para o Brasil
A resistência dos senadores da Comissão de Relações Exteriores se deu por conta de declarações consideradas antissemitas de Bagley feitas em 1998
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247 - A Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos não deu aval à indicação de Elizabeth Bagley para chefiar a Embaixada do país no Brasil. O relatório sobre a decisão ainda não foi publicado.
A resistência dos senadores se deu por conta de declarações consideradas antissemitas de Bagley feitas em 1998. Em uma entrevista, ela lamentou que o "lobby judeu" faria com que os democratas dissessem coisas estúpidas, como "defender Jerusalém como capital de Israel".
A votação terminou em 11 a 11, o que tira a força política da indicação do presidente Joe Biden. A comissão é dividida igualmente entre democratas e republicanos e, segundo a Folha de S. Paulo, democratas votaram a favor da nomeação, e republicanos, contra.
Bagley, 69, nasceu em Elmira, no estado de Nova York, e é doadora de longa data dos Democratas. Por décadas, ela trabalhou nas áreas de diplomacia e advocacia, tendo assumido o cargo de assessora-sênior de três secretários de Estado: John Kerry e Hillary Clinton, ambos na gestão de Barack Obama, e Madeleine Albright, no governo de Bill Clinton. Bagley também foi representante especial para a Assembleia-Geral das Nações Unidas e para Parcerias Globais, além de embaixadora em Portugal.
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