Senado dos EUA aprova reforma tributária de Trump

Senadores americanos aprovaram na madrugada deste sábado (2) a reforma tributária defendida pelo presidente Donald Trump: proposta representa o maior corte de impostos dos últimos 30 anos, mas também um aumento do déficit fiscal americano; aprovação da reforma representa a primeira grande vitória legislativa de Trump depois do fiasco em modificar a lei de saúde, conhecida como "Obamacare

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, EUA 28/11/2017 REUTERS/Jonathan Ernst
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, EUA 28/11/2017 REUTERS/Jonathan Ernst (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - O Senado dos Estados Unidos aprovou na madrugada deste sábado (2) a reforma tributária defendida pelo presidente Donald Trump. A proposta representa o maior corte de impostos dos últimos 30 anos, mas também um aumento do déficit fiscal americano.

O projeto foi aprovado com 51 votos a favor, todos de senadores republicanos, e 49 contrários, quase todos eles democratas. O senador Bob Corker foi o único republicano que se opôs à proposta.

A votação começou às 1h36 locais (4h36 em Brasília) após quase dez horas de debate e a votação de quatro emendas.

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A aprovação da reforma representa a primeira grande vitória legislativa de Trump depois do fiasco em modificar a lei de saúde, conhecida como "Obamacare".

Os líderes republicanos do Senado deverão agora conciliar o texto aprovado com seus colegas da Câmara dos Representantes, que aprovaram uma versão própria do projeto com algumas diferenças, antes que Trump possa sancionar a reforma.

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A ambiciosa reforma tributária de Trump pode gerar um aumento de US$ 1,5 trilhão no déficit fiscal em uma década, o que o presidente considera como fundamental para revitalizar a atividade econômica e colocar o crescimento anual do país em um ritmo superior a 3%.

O eixo central da proposta do presidente é uma redução dos impostos cobrados das empresas de 35% para 20%. O Senado quer que a medida passe a valer em 2019, mas no texto aprovado na Câmara dos Representantes a aplicação dos cortes seria imediata.

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As informações são de reportagem publicada no G1.

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