Senado dos EUA aprova lei proibindo todos os produtos de Xinjiang

Esta é mais uma tentativa de Washington de punir Pequim pelo que as autoridades dos EUA consideram política de violação de direitos humanos contra os uigures e outros grupos étnicos muçulmanos

Templo religioso em Xinjiang
Templo religioso em Xinjiang (Foto: Mídia chinesa)


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Sputnik - O Senado norte-americano aprovou, nesta quarta-feira (14), legislação para proibir a importação de produtos da região chinesa de Xinjiang.

Esta é mais uma tentativa de Washington de punir Pequim pelo que as autoridades dos EUA consideram o genocídio contínuo de uigures e outros grupos étnicos muçulmanos. 

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A Lei de Prevenção do Trabalho Forçado dos Uigures criaria a presunção de que as mercadorias de Xinjiang são fabricadas por meio de trabalho forçado e, portanto, devem ser banidas ao abrigo da Lei Tarifária de 1930. 

Um dos autores do projeto, o democrata Jeff Merkley, explica a razão da Lei: "Nenhuma corporação americana deve lucrar com esses abusos. Nenhum consumidor americano deve inadvertidamente comprar produtos do trabalho escravo". 

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O projeto será na linha das medidas já tomadas para assegurar as cadeias de abastecimento em face de alegações de abusos de direitos na China, incluindo proibições existentes do tomate de Xinjiang, algodão e alguns produtos solares. 

A administração Biden fortaleceu as sanções e na terça-feira (13) emitiu um aviso às empresas que elas poderiam violar a lei americana se as operações estiverem ligadas, mesmo indiretamente, às redes de vigilância em Xinjiang.

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