Sem acordo, Grécia estará em default com FMI em 1º de julho, diz Lagarde

A Grécia estará em default com o Fundo Monetário Internacional no dia 1º de julho caso não realize um pagamento em 30 de junho, pois não há período de carência ou possibilidade de adiar o pagamento, afirmou nesta quinta-feira a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde

A Grécia estará em default com o Fundo Monetário Internacional no dia 1º de julho caso não realize um pagamento em 30 de junho, pois não há período de carência ou possibilidade de adiar o pagamento, afirmou nesta quinta-feira a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde
A Grécia estará em default com o Fundo Monetário Internacional no dia 1º de julho caso não realize um pagamento em 30 de junho, pois não há período de carência ou possibilidade de adiar o pagamento, afirmou nesta quinta-feira a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde (Foto: Gisele Federicce)


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LUXEMBURGO (Reuters) - A Grécia estará em default com o Fundo Monetário Internacional no dia 1o de julho caso não realize um pagamento em 30 de junho, pois não há período de carência ou possibilidade de adiar o pagamento, afirmou nesta quinta-feira a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde.

"(O país) estará em default, estará em atraso com o FMI em 1o de julho mas espero que esse não seja o caso, realmente espero", disse Lagarde a repórteres após reunião com ministro das Finanças de Luxemburgo.

"Não há período de carência ou adiamento de dois meses, como tenho visto em alguns lugares", disse ela, falando antes da reunião de ministros das Finanças da zona do euro em Luxemburgo.

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Lagarde disse que a reforma do sistema grego de aposentadoria é crítico para o fechamento de um acordo com Atenas, mas que pequenos pensionistas devem ser protegidos.

"Todos sabem disso. As autoridades gregas sabem disso também. Eles têm que tratar de todos os tipos de questões", disse ela.

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"Não é uma questão de cortar as pequenas aposentadorias, mas a execução do financiamento das aposentadorias tem que aguentar", disse ela, acrescentando que mais de 16 por cento da produção econômica da Grécia vai para o pagamento de benefícios de pensões, que está "bem acima da média, do que em praticamente qualquer lugar".

Ela também defendeu o programa do FMI com a Grécia como sendo "flexível e de credibilidade" e tendo o apoio de muitos países que integram a instituição.

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(Por Robin Emmott e Tom Koerkemeier)

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