Secretário de Estado diz que EUA estão prontos para conversar com Coreia do Norte

Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, propôs iniciar conversas diretas com a Coreia do Norte sem pré-condições, recuando da exigência norte-americana crucial de que primeiro Pyongyang precisa aceitar que abdicar de seu arsenal nuclear seria parte de qualquer negociação;"Vamos simplesmente nos reunir", disse Tillerson; nova abordagem diplomática de Tillerson surge quase duas semanas depois de a Coreia do Norte ter dito que testou com sucesso um novo míssil balístico intercontinental que coloca os EUA ao alcance de suas armas nucleares

Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, propôs iniciar conversas diretas com a Coreia do Norte sem pré-condições, recuando da exigência norte-americana crucial de que primeiro Pyongyang precisa aceitar que abdicar de seu arsenal nuclear seria parte de qualquer negociação;"Vamos simplesmente nos reunir", disse Tillerson; nova abordagem diplomática de Tillerson surge quase duas semanas depois de a Coreia do Norte ter dito que testou com sucesso um novo míssil balístico intercontinental que coloca os EUA ao alcance de suas armas nucleares
Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, propôs iniciar conversas diretas com a Coreia do Norte sem pré-condições, recuando da exigência norte-americana crucial de que primeiro Pyongyang precisa aceitar que abdicar de seu arsenal nuclear seria parte de qualquer negociação;"Vamos simplesmente nos reunir", disse Tillerson; nova abordagem diplomática de Tillerson surge quase duas semanas depois de a Coreia do Norte ter dito que testou com sucesso um novo míssil balístico intercontinental que coloca os EUA ao alcance de suas armas nucleares (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, propôs iniciar conversas diretas com a Coreia do Norte sem pré-condições, recuando da exigência norte-americana crucial de que primeiro Pyongyang precisa aceitar que abdicar de seu arsenal nuclear seria parte de qualquer negociação.

A nova abordagem diplomática de Tillerson surge quase duas semanas depois de a Coreia do Norte ter dito que testou com sucesso um novo míssil balístico intercontinental (ICBM) que coloca todo o território continental dos EUA ao alcance de suas armas nucleares.

"Vamos simplesmente nos reunir", disse Tillerson em um discurso no centro de estudos Conselho do Atlântico, em Washington, na terça-feira.

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Mais tarde a Casa Branca emitiu um comunicado ambíguo que não esclareceu se o presidente Donald Trump – que disse que Tillerson perde tempo buscando o diálogo com os norte-coreanos – deu seu aval ao discurso.

"As opiniões do presidente sobre a Coreia do Norte não mudaram", disse a Casa Branca. "A Coreia do Norte está agindo de uma maneira arriscada... as ações da Coreia do Norte não são boas para ninguém, e certamente não são boas para a Coreia do Norte".

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Em Pequim, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, disse que a China aplaude todos os esforços para amenizar a tensão e promover o diálogo para resolver o problema.

A China espera que os EUA e a Coreia do Norte possam encontrar um meio-termo e dar passos significativos para o diálogo e o contato, disse ele aos repórteres.

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Antes da fala de Tillerson, o líder norte-coreano, Kim Jong Un, prometeu desenvolver mais armas nucleares enquanto condecorava pessoalmente cientistas e autoridades que contribuíram para o desenvolvimento do ICBM mais avançado de Pyongyang, noticiou a mídia estatal nesta quarta-feira.

Na terça-feira, Kim disse que os cientistas e trabalhadores continuarão a fabricar "mais armas e equipamentos de ponta" para "fortalecer a potência nuclear em qualidade e quantidade", relatou a agências de notícias KCNA.

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Embora reiterando a posição já antiga de Washington de que seu país não pode tolerar uma Coreia do Norte com armas nucleares, Tillerson disse que os EUA estão "prontos para conversar a qualquer momento em que eles estejam prontos para conversar", mas que primeiro precisará haver um "período de silêncio" sem testes nucleares e de mísseis.

Já o Japão defendeu a estratégia de pressionar o regime a abrir mão de seu arsenal nuclear por meio de sanções.

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