Saúde afasta Kirchner do governo por um mês

Presidenta da Argentina vai ficar um mês de repouso por motivos de saúde, em plena campanha para as eleições legislativas de 27 de outubro. Segundo o comunicado oficial, os médicos determinaram o afastamento de Cristina por causa de um traumatismo craniano, que ela sofreu no ultimo dia 12 de agosto

Presidenta da Argentina vai ficar um mês de repouso por motivos de saúde, em plena campanha para as eleições legislativas de 27 de outubro. Segundo o comunicado oficial, os médicos determinaram o afastamento de Cristina por causa de um traumatismo craniano, que ela sofreu no ultimo dia 12 de agosto
Presidenta da Argentina vai ficar um mês de repouso por motivos de saúde, em plena campanha para as eleições legislativas de 27 de outubro. Segundo o comunicado oficial, os médicos determinaram o afastamento de Cristina por causa de um traumatismo craniano, que ela sofreu no ultimo dia 12 de agosto (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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Monica Yanakiew
Correspondente da Agência Brasil/EBC

Buenos Aires – A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, ficará um mês de repouso por motivos de saúde, em plena campanha para as eleições legislativas de 27 de outubro. Segundo o comunicado oficial divulgado sábado (5), os médicos determinaram o afastamento de Cristina por causa de um traumatismo craniano, que ela sofreu no ultimo dia 12 de agosto.

Na época, explicou o comunicado, a presidenta fez uma tomografia computadorizada do cérebro, que apresentou resultados normais. Mas no sábado (5) ela se internou na Fundación Favaloro [especializada em problemas cardiológicos] porque apresentava um quadro de arritmia. Os médicos pediram uma avaliação neurológica ao Instituto de Neurociências e diagnosticaram uma “coleção subdural crônica [hematoma]. Em 2012, ela retirou um tumor da tireoide.

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Os 30 dias de repouso, recomendado pelos médicos, coincidem com a reta final da campanha para as eleições para renovar metade da Câmara dos Deputados e um terço do Senado. Atualmente, Cristina – que esta na metade de seu segundo mandato – conta com a maioria no Congresso. Nas primarias, realizadas em agosto passado, o kirchnerismo sofreu a pior derrota em dez anos – desde que Nestor Kirchner foi eleito presidente em 2003 e foi sucedido por sua mulher Cristina Kirchner, reeleita em 2011.

O kirchnerismo não tem candidato às eleições presidenciais de 2015. Nestor Kirchner morreu em 2010 e Cristina só tem direito a dois mandatos consecutivos. Por isso, as eleições legislativas servirão para forjar alianças politicas e medir as forcas dos presidenciáveis.

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