'Sanções à Rússia afetarão Alemanha, mas são necessárias'

Quem afirma é o vice-chanceler da Alemanha, Sigmar Gabriel, em entrevista dada à televisão neste domingo; "Nós não podemos nos comportar como se fôssemos apenas uma comunidade de interesses econômicos, pois somos uma união política e temos que fazer o que pudermos para garantir a paz neste continente", disse, em referência ao apoio de Moscou aos rebeldes separatistas pró-russos

Der SPD Vorsitzende Sigmar Gabriel spricht am Montag (05.12.2011) auf dem Bundesparteitag der SPD in Berlin. Unter dem Slogan "Unser Kapital: Demokratie und Gerechtigkeit" beraten die Delegierten der Sozialdemokraten �ber die Ausrichtung der Partei vor de
Der SPD Vorsitzende Sigmar Gabriel spricht am Montag (05.12.2011) auf dem Bundesparteitag der SPD in Berlin. Unter dem Slogan "Unser Kapital: Demokratie und Gerechtigkeit" beraten die Delegierten der Sozialdemokraten �ber die Ausrichtung der Partei vor de (Foto: Gisele Federicce)


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BERLIM (Reuters) - Novas sanções econômicas contra a Rússia irão afetar a economia alemã, mas são necessárias para a paz na Europa, disse o vice-chanceler Sigmar Gabriel em entrevista dada à televisão neste domingo.

A União Europeia impôs sanções que entraram em vigor na sexta-feira, tendo como alvo os sistemas bancário, de defesa e de energia da Rússia, por conta do apoio de Moscou aos rebeldes separatistas pró-russos que lutam contra as forças de Kiev no leste da Ucrânia.

"Nós não podemos nos comportar como se fôssemos apenas uma comunidade de interesses econômicos, pois somos uma união política e temos que fazer o que pudermos para garantir a paz neste continente", disse Gabriel, que também é ministro da Economia e chefe do Partido Social-Democrata (SPD).

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A Alemanha, maior economia da UE, tem extensas relações comerciais com a Rússia, mas a chanceler Angela Merkel se tornou uma firme advogada de duras medidas contra Moscou após a queda de um avião no mês passado, que caiu sobre uma área do leste da Ucrânia controlada pelos rebeldes. Todas as 298 pessoas a bordo da aeronave foram mortas.

"O que aconteceria se a União Europeia não reagisse?", disse Gabriel em entrevista à ZDF TV, que será transmitida mais tarde neste domingo.

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(Por Erik Kirschbaum)

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