Safatle: economias nacionais não existem mais

Filósofo Vladimir Safatle comenta o Brexit e diz que os ingleses descobriram que sair da Comunidade Europeia é impossível; “Por essa razão, a luta pela defesa contra a espoliação econômica não passa pelos Estados nacionais, mas pela politização das decisões econômicas impostas por organismos transnacionais, como a União Europeia, o FMI e o Banco Mundial. Mas faz parte de uma certa gestão da política atual desviar continuamente os eixos reais dos problemas para espaços imaginários"

Filósofo Vladimir Safatle comenta o Brexit e diz que os ingleses descobriram que sair da Comunidade Europeia é impossível; “Por essa razão, a luta pela defesa contra a espoliação econômica não passa pelos Estados nacionais, mas pela politização das decisões econômicas impostas por organismos transnacionais, como a União Europeia, o FMI e o Banco Mundial. Mas faz parte de uma certa gestão da política atual desviar continuamente os eixos reais dos problemas para espaços imaginários"
Filósofo Vladimir Safatle comenta o Brexit e diz que os ingleses descobriram que sair da Comunidade Europeia é impossível; “Por essa razão, a luta pela defesa contra a espoliação econômica não passa pelos Estados nacionais, mas pela politização das decisões econômicas impostas por organismos transnacionais, como a União Europeia, o FMI e o Banco Mundial. Mas faz parte de uma certa gestão da política atual desviar continuamente os eixos reais dos problemas para espaços imaginários" (Foto: Roberta Namour)


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247 – Ao comentar o Brexit, o filósofo Vladimir Safatle diz que os ingleses descobriram que sair da Comunidade Europeia é impossível; “O Estado-nação não decide mais nada, mesmo quando ainda tem o controle de sua moeda, como no caso inglês”, afirma.

“Por essa razão, a luta pela defesa contra a espoliação econômica não passa pelos Estados nacionais, mas pela politização das decisões econômicas impostas por organismos transnacionais, como a União Europeia, o FMI e o Banco Mundial. Mas faz parte de uma certa gestão da política atual desviar continuamente os eixos reais dos problemas para espaços imaginários”, acrescenta (leia aqui).

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