Russos na Letônia devem ser 'isolados' da sociedade, defende presidente

Presidente letão Egils Levits exaltou o patriotismo dos cidadãos da Letônia

(Foto: REUTERS/Ints Kalnins)


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247 - O presidente da Letônia, Egils Levits, defendeu nesta quarta-feira o isolamento da população de etnia russa residente no país que se opõe ao curso político adotado pelo pequeno estado báltico em relação à operação militar especial da Rússia na Ucrânia. 

Falando em entrevista à rádio LSM.lv, Levits exaltou o fato de que, desde 24 de fevereiro, os cidadãos da Letônia se tornaram "mais patrióticos". 

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Segundo ele, o efeito positivo da operação militar russa é que a maioria da sociedade se tornou "mais consciente" de seu país e do "preço da liberdade".

 "No dia a dia, você não pensa muito sobre a ameaça, mas agora você a vê. Isso faz as pessoas pensarem", disse ele.

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No entanto, ele afirmou que o efeito negativo é que "uma seção da sociedade russa que não é leal ao Estado" apareceu. Ele ainda observou, sem dar detalhes: "Nossa tarefa é lidar com isso (seção da sociedade) e isolá-la da sociedade".

O governo letão decidiu anteriormente remover vários monumentos da era soviética, apesar das objeções de sua comunidade étnica russa. Alguns foram transferidos para o Museu da Ocupação – que é como o governo letão percebe o tempo em que esteve sob o controle de Moscou – enquanto outros foram destinados ao desmantelamento. (Com RT). 

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