Russos avançam em Mariupol e relatam rendição de mais de mil soldados, a maior desde o início da guerra
Parte das Forças Armadas da Ucrânia foi destruída, parte foi feita prisioneira, a outra parte recuou. O resto se dividiu em pequenos grupos e se dispersou, informam os russos
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*Informações do jornal russo Readovka sobre operação militar na Ucrânia neste dia 12/4
A maior rendição de combatentes da Forças Armadas da Ucrânia desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, ocorreu em Mariupol: dois batalhões, mais de 1.000 soldados, que tentaram se defender na fábrica de Ilitch. Entre estes, cerca de 300 feridos, 90 incapazes de se mover e 800 fuzileiros navais saudáveis.
Antes, houve uma tentativa de escapar do cerco da fábrica de Ilitch, mas a coluna foi detida pelos russos. Parte das Forças Armadas da Ucrânia foi destruída, parte foi feita prisioneira, a outra parte recuou. O resto se dividiu em pequenos grupos e se dispersou. Nessa coluna, havia cerca diversos equipamentos militares.
A última cidadela dos militantes nazistas do Batalhão Azov agora é a fábrica de Azovstal, onde os combatentes chechenos, liderados por Ramzan Kadyrov, lutam contra os ucranianos. O porto de Mariupol, que era um foco de resistência contra os russos, já foi tomado.
Há poucas notícias de outras partes da frente. As batalhas continuam concentradas nas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, no Donbass, além das regiões vizinhas de Kherson e Dnepropetrovsk. Nos arredores de Kharkov, foram realizados intensos ataques de artilharia.
Sobre o começo da segunda fase da operação russa na Ucrânia, o presidente russo Vladimir Putin destacou que a velocidade da operação “depende da intensidade das hostilidades, e a intensidade das hostilidades, infelizmente, está de alguma forma relacionada às perdas”.
“Nossa tarefa é atingir todas as metas estabelecidas, minimizando essas perdas. E vamos agir ritmicamente, com calma, de acordo com o plano que foi originalmente proposto pelo Estado-Maior”, destacou.

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