Rússia quer investigação “imparcial” sobre queda de Boeing

Em reunião do Conselho de Segurança da ONU, embaixador da Rússia pede formação de comissão internacional de técnicos para investigar causas de queda de Boeing da Malaysia Airlines; companhia informou que autoridades de aviação da Ucrânia determinaram descida de quinhentos metros na altitude do voo assim que entrou no espaço aéreo do país; tese russa é a de que ucranianos não advertiram pilotos sobre presença em área de conflito; China também pede cautela para não "aumentar a pressão sobre a região"

Em reunião do Conselho de Segurança da ONU, embaixador da Rússia pede formação de comissão internacional de técnicos para investigar causas de queda de Boeing da Malaysia Airlines; companhia informou que autoridades de aviação da Ucrânia determinaram descida de quinhentos metros na altitude do voo assim que entrou no espaço aéreo do país; tese russa é a de que ucranianos não advertiram pilotos sobre presença em área de conflito; China também pede cautela para não "aumentar a pressão sobre a região"
Em reunião do Conselho de Segurança da ONU, embaixador da Rússia pede formação de comissão internacional de técnicos para investigar causas de queda de Boeing da Malaysia Airlines; companhia informou que autoridades de aviação da Ucrânia determinaram descida de quinhentos metros na altitude do voo assim que entrou no espaço aéreo do país; tese russa é a de que ucranianos não advertiram pilotos sobre presença em área de conflito; China também pede cautela para não "aumentar a pressão sobre a região" (Foto: Aline Lima)


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247 – A declaração de responsáveis pela Malaysia Airlines de que o voo MH 17 foi levado por autoridades de tráfego aéreo da Ucrânia a baixar sua altitude em 500 metros, assim que entrou no espaço aéreo do país, despertou novas desconfianças do governo da Rússia sobre a real causa da tragédia que matou 298 pessoas, na quinta-feira 18. Em reunião no Conselho de Segurança da ONU, o embaixador Vitaçy Churkin pediu a formação de uma comissão internacional de investigação para realizar uma apuração “imparcial” dos fatos.

- É necessário investigar não apenas o próprio acidente, mas também a forma como as autoridades da aviação da Ucrânia desempenharam as suas funções profissionais, disse o diplomata. A Rússia também questiona porque foi permitido a um voo comercial sobrevoar uma área de conflito.

Em comunicado, a companhia aérea informou ontem que os controladores de tráfego da Ucrânia ordenaram aos pilotos do Boeing-777 para reduzir a altitude em 500 metros quando a aeronave entrou no espaço aéreo ucraniano. A nota acrescentou que os pilotos deveriam voar a 35.000 pés (10.660 metros) por todo o espaço aéreo ucraniano, mas o controle de tráfego aéreo no chão instruiu o MH17 para voar a 33.000 pés (10.058 metros).

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Os Estados Unidos, por meio da representante no Conselho de Segurança Samantha Powers, reafirmaram que o avião foi “provavelmente abatido por um míssil terra-ar, um SA-11 operado a partir de um local no leste da Ucrânia", disse ela. A diplomata descartou que  sistemas de "alcance mais curto" poderiam ter sido usados para abater o avião. “Só sistemas sofisticados como SA-11, SA-20 e SA-22 são capazes de atingir uma aeronave na altitude deste vôo de 33.000 pés", disse Powers.

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