Rússia proíbe entrada de Boris Johnson e ministros britânicos no país

A chancelaria russa disse que a decisão de deve "às ações hostis sem precedentes do governo britânico"

Boris Johnson e Vladimir Putin
Boris Johnson e Vladimir Putin (Foto: Reuters)


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Sputnik - Neste sábado (16), a chancelaria russa incluiu na lista de pessoas impedidas de entrar na Rússia os principais integrantes do governo britânico e uma série de outras personalidades políticas do Reino Unido.

"Devido às ações hostis sem precedentes do governo britânico, manifestadas em particular na imposição de sanções contra altos funcionários da Federação da Rússia, foi decidido incluir membros-chave do governo britânico e várias figuras políticas na lista negra", diz o comunicado no site da entidade.

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Em anexo ao comunicado, foi apresentada uma lista de cidadãos britânicos cuja entrada é proibida no território russo. Entre eles estão o primeiro-ministro do país, Boris Johnson, a chefe da diplomacia britânica, Liz Truss, e o ministro da Defesa, Ben Wallace.

A lista também inclui o vice-primeiro-ministro e ministro da Justiça, Dominic Raab, o ministro das Finanças, Rishi Sunak, e a ministra do Interior, Priti Patel.

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Segundo explica a chancelaria, "esse passo foi dado como medida de resposta à desvairada campanha político-informacional desencadeada por Londres, com o objetivo de isolar a Rússia internacionalmente, de criar condições para conter o nosso país e estrangular a nossa economia nacional".

A chancelaria russa acrescentou ainda que brevemente a lista será ampliada ainda mais, com a inclusão de políticos e parlamentares, "que contribuem para aumentar a histeria antirrussa, estimulam o 'Ocidente coletivo' a usar a linguagem de ameaças no diálogo com a Rússia".

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"A política russofóbica das autoridades britânicas, que tem como objetivo principal fomentar uma atitude negativa em relação ao nosso país, o rompimento dos laços bilaterais em quase em todos os domínios, causa danos aos interesses e à prosperidade dos cidadãos do próprio Reino Unido. Quaisquer ataques de sanções atingirão inevitavelmente seus iniciadores e serão rebatidos de forma vigorosa", ressaltou o comunicado.

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