Rússia está comprometida com declaração de inadmissibilidade de iniciar uma guerra nuclear, diz MRE

Na segunda-feira (3), o jornal The Times informou que a OTAN havia alertado que a Rússia poderia realizar testes nucleares nas fronteiras com a Ucrânia e no mar Negro

(Foto: Reprodução)


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Sputnik Brasil - Moscou está totalmente comprometida com a declaração de inadmissibilidade de conflito nuclear, afirmou um representante do Ministério das Relações Exteriores da Rússia nas Nações Unidas nesta terça-feira (4).

A Rússia está totalmente comprometida com a declaração dos líderes das cinco potências nucleares sobre a inadmissibilidade de se desencadear uma guerra nuclear, disse Vladimir Yermakov, diretor do Departamento de Não Proliferação e Controle de Armas do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, em discurso ao Primeiro Comitê da Assembleia Geral da ONU (AGNU), lido pelo vice-chefe da delegação russa, Konstantin Vorontsov.

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"Consideramos uma das tarefas mais importantes manter todos os países dos cinco nucleares comprometidos com o postulado da inadmissibilidade de qualquer guerra entre países detentores de armas nucleares, o que se refletiu na declaração conjunta de janeiro dos líderes das potências nucleares. A Rússia está totalmente comprometida com isso", disse Vorontsov.

Mais cedo, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a retórica sobre a questão nuclear é muito popular na mídia ocidental e entre os políticos no momento, mas a Rússia não tem interesse em participar disso.

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"A mídia ocidental, políticos ocidentais, chefes de Estado estão agora se engajando na retórica sobre a questão nuclear. Não queremos participar disso", disse Peskov, comentando a publicação do The Times que a Rússia poderia realizar testes nucleares perto da Ucrânia.

Na segunda-feira (3), o jornal The Times informou que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) havia alertado os países-membros da aliança que a Rússia poderia realizar testes nucleares nas fronteiras com a Ucrânia e no mar Negro. Segundo a publicação, ao fazê-lo, a Rússia poderia demonstrar sua prontidão para usar armas de destruição em massa.

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