Rússia envia reforços para a frente de batalha
Desesperada pela chegada da ajuda militar ocidental, a Ucrânia antecipa que uma grande ofensiva pode ser lançada pela Rússia a qualquer momento
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247 - A Rússia está enviando reforços para a frente de batalha, na região que fica a leste do território da Ucrânia antes de uma nova ofensiva que pode começar na próxima semana ao longo de uma frente onde há batalhas implacáveis há meses, disse um governador ucraniano.
Desesperada pela chegada da ajuda militar ocidental, a Ucrânia antecipa que uma grande ofensiva pode ser lançada pela Rússia por razões "simbólicas" por volta do aniversário do início da operação militar especial em 24 de fevereiro, informa a Reuters.
A própria Ucrânia está planejando uma ofensiva de primavera para recuperar o território perdido, mas aguarda a entrega dos prometidos mísseis ocidentais de longo alcance e tanques de batalha.
A guerra está atingindo um ponto crucial à medida que seu primeiro aniversário se aproxima, com a Ucrânia não obtendo mais ganhos como no segundo semestre de 2022 e a Rússia avançando com centenas de milhares de reservistas mobilizados.
O presidente Volodymyr Zelensky disse que as mudanças de pessoal na fronteira e na linha de frente reforçarão os esforços militares da Ucrânia em meio à incerteza sobre o futuro de seu ministro da Defesa, no momento em que a Rússia avança no leste pela primeira vez em seis meses.
Em seu discurso na noite de segunda-feira, Zelensky disse que queria combinar experiência militar e gerencial nos governos local e central, mas não abordou diretamente a confusão sobre se seu ministro da Defesa, Oleksii Reznikov, seria substituído.
No domingo, David Arakhamia, chefe do bloco parlamentar de Zelensky, disse que Reznikov seria transferido para outro cargo ministerial, mas na segunda-feira ele escreveu que "não haverá mudanças de pessoal no setor de defesa esta semana".
A União Europeia disse que Zelensky foi convidado a participar de uma cúpula de líderes da UE, em meio a relatos de que ele poderia estar em Bruxelas ainda nesta semana, naquela que seria apenas sua segunda viagem ao exterior conhecida desde o início da operação militar russa.
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