Rússia e Israel discutem conflito na Ucrânia; diplomata israelense teria passado mensagem dos EUA

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, conversou por telefone com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen

(Foto: Acervo pessoal/José Alván Senepo)


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Sputnik - O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, conversou por telefone com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen.

 De acordo com um comunicado emitido pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia nesta terça-feira (3), os diplomatas discutiram a situação da operação especial na Ucrânia e as relações bilaterais, sobretudo comerciais e econômicas.

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 "O ministro russo parabenizou seu homólogo israelense por assumir o cargo e expressou sua disposição de cooperar para fortalecer a parceria multifacetada e mutuamente benéfica entre a Rússia e Israel", diz o comunicado.

 Ontem (2), Eli Cohen sinalizou que Tel Aviv fará menos declarações públicas sobre o atual conflito entre Rússia e Ucrânia, mas confirmou que sua ajuda humanitária "significativa" a Kiev continuará.

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 "Faremos uma coisa com certeza: em público, falaremos menos", disse Cohen sobre o conflito na Ucrânia, em seu discurso inaugural para funcionários do Ministério das Relações Exteriores.

  Ele também informou que o Ministério está preparando "uma assessoria detalhada" para ser enviada ao novo gabinete "a fim de formular uma política responsável".

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 No início da semana, Cohen conversou por telefone com o secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, para discutir a cooperação regional, questões com o Irã e relações bilaterais.

 O jornal Times of Israel relatou, citando um diplomata israelense, que Blinken pediu a Cohen para passar mensagens a Lavrov, embora nenhum detalhe tenha sido fornecido sobre seu conteúdo.

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 A publicação enfatiza que ainda não está clara qual será a política externa do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para a Ucrânia.

 Enquanto de um lado existe pressão por parte dos EUA sobre o assunto, do outro pesa a importância que Tel Aviv dará à Síria, aliada da Rússia.

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