Rússia diz ter matado 1.035 mercenários estrangeiros na Ucrânia

O Ministério da Defesa russo ainda informou que outros 912 mercenários fugiram do território ucraniano

Um soldado tira uma foto de seu companheiro enquanto ele posa ao lado de um tanque russo destruído e veículos blindados, em meio à invasão da Rússia na Ucrânia em Bucha, na região de Kiev, Ucrânia 2 de abril de 2022
Um soldado tira uma foto de seu companheiro enquanto ele posa ao lado de um tanque russo destruído e veículos blindados, em meio à invasão da Rússia na Ucrânia em Bucha, na região de Kiev, Ucrânia 2 de abril de 2022 (Foto: Reuters/Zohra Bensemra)


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Sputnik - Durante um briefing na manhã de 17 de abril, o Ministério da Defesa russo informou que mais 68 instalações militares foram destruídas nesta noite na Ucrânia, inclusive seis armazéns de munições de mísseis e artilharia e de combustível.

Mísseis russos de alta precisão destruíram uma fábrica de munições na região de Kiev. A aviação russa atingiu quatro concentrações de pessoal e equipamento do lado ucraniano, no decorrer do que foram eliminados mais de 50 militares do Exército ucraniano. Além disso, foram derrubados dez veículos aéreos não tripulados, informou o representante do MD russo, major-general Igor Konashenkov.

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A entidade informou que Kiev proibiu a realização de negociações sobre rendição e ordenou aos nacionalistas do batalhão Azov para fuzilarem todos os que estiverem dispostos a depor as armas.

Anteriormente, as Forças Armadas russas propuseram aos militantes dos batalhões nacionalistas e aos mercenários estrangeiros no território da fábrica Azovstal, cercada pelos russos em Mariupol, para pararem todas as ações de combate e deporem as armas.

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De acordo com o major-general Igor Konashenkov, atualmente na Azovstal estão cercados até 400 mercenários estrangeiros que compõem parte do agrupamento ucraniano, a maioria deles são cidadãos europeus e também do Canadá.

A entidade afirma que as comunicações de rádio entre os combatentes em Mariupol são conduzidas em seis línguas e ressalta que em caso de resistência todos eles serão eliminados.

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"No total, desde o início da operação militar especial, Kiev atraiu para a Ucrânia 6.824 mercenários estrangeiros de 63 países. O grupo mais numeroso chegou da Polônia: 1.717 combatentes [...] Em resultado dos combates o número de mercenários continua decrescendo e hoje em dia há 4.877 combatentes", informou o militar russo.

Assim, o Exército russo eliminou 1.035 mercenários, enquanto outros 912 fugiram do território ucraniano, detalhou.

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Conforme suas palavras, os mercenários que chegaram à Ucrânia não são combatentes legais, e o melhor destino que podem esperar é uma longa pena de prisão.

Além do mais, a pedido do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, grupos de operações especiais russos resgataram e salvaram reféns muçulmanos que eram mantidos em uma das mesquitas de Mariupol. Durante a operação foram eliminados 29 combatentes, incluindo mercenários. Todos os reféns foram liberados e levados para um local seguro, relatou Konashenkov.

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