Rússia defende diálogo na Nicarágua e se opõe à ingerência externa
A Rússia é favorável a um diálogo construtivo e baseado no respeito mútuo, com a participação de todas as forças políticas, no marco da lei e da Constituição da Nicarágua, e contra a pressão e ingerência externas
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247, com Prensa Latina - A Rússia é favorável a um diálogo construtivo e baseado no respeito mútuo, com a participação de todas as forças políticas, no marco da lei e da Constituição da Nicarágua, e contra a pressão e ingerência externas.
A Nicarágua é mais um exemplo da aplicação da política do esquema das chamadas revoluções colridas para desestabilizar esse país, assinalou a Chancelaria russa.
Isto se vê claramente quando nas ruas os manifestantes com demandas econômicas, assumem de pronto palavras de ordem políticas e logo pegam em armas, destacou a Chancelaria.
As autoridades nicaraguenses tiveram que responder às ações dos provocadores e, embora tenha havido vítimas lamentáveis, o governo conseguiu reduzir a onda de violência e buscar o diálogo, comentou o ministério russo de Assuntos Exteriores.
Mas os apelos ao diálogo foram substituídos pela imposição de sanções e ações de ingerência por ordem dos Estados Unidos e do secretário geral da Organização dos Estados Americanos, Luís Almagro, sublinhou a Chancelaria russa.
A Nicarágua foi vítima de uma aberta ingerência externa, cujos promotores nunca esconderam essa intenção, acrescenta.
Houve, inclusive, a tentativa de levar o caso nicaraguense ao Conselho de Segurança da ONU, algo que fracassou em 6 de setembro último, recordou a Chancelaria.
A Rússia chama a atenção para a irracionalidade de uma política de 'caos controlado' aplicada na América Latina com consequências imprevisíveis e que não resolvem nenhum problema socio-econômico a enfrentar pelo governo nicaraguense, destaca a nota da Chancelaria russa.
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