Rússia acusa laboratórios ucranianos de lidarem com coronavírus de morcego, financiados pelos EUA
Rússia acusa os EUA e Ucrânia de “trabalharem em patógenos de pássaros, morcegos e répteis” para “transmitirem o vírus da peste suína africana e o antraz”
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247 - Reportagem publicada pela agência russa RT nesta quinta-feira (10) informa que o Ministério da Defesa da Rússia alega ter capturado, na semana passada, nas instalações de laboratórios financiados pelos Estados Unidos na Ucrânia, documentos que comprovariam que o país estava realizando experimentos com coronavírus de morcego e outros patógenos perigosos.
A informação foi passada pelo porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov. Segundo ele, em 2022 os EUA pretendiam “trabalhar em patógenos de pássaros, morcegos e répteis”, com planos de avançar para pesquisar se esses animais podem “transmitir o vírus da peste suína africana e o antraz”.
Ainda de acordo com a reportagem, os cientistas estariam analisando, entre outras coisas, a possibilidade de transmissão de patógenos por aves selvagens que migram entre a Rússia, a Ucrânia e outros países vizinhos.
Segundo a Rússia, funcionários dos laboratórios ucranianos teriam dito às tropas russas que patógenos particularmente perigosos, incluindo peste e antraz, foram destruídos após o início “da ofensiva militar de Moscou” contra a Ucrânia em 24 de fevereiro.
Konashenkov diz que o Pentágono temia que seus "experimentos biológicos secretos” fossem descobertos, ordenando às autoridades ucranianas que descartassem evidências que apontassem para tal pesquisa, diz a reportagem.
Em resposta à acusação, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ned Price, acusou Moscou de “espalhar intencionalmente mentiras descaradas”. De acordo com Price, alegações semelhantes feitas anteriormente pela Rússia “foram desmascaradas de forma conclusiva e repetida ao longo de muitos anos”, acrescenta a reportagem
A Ucrânia também negou a presença de quaisquer instalações que desenvolvam armas biológicas em seu território.
A China, no entanto, deixou claro que não está totalmente convencida pelas explicações dos Estados Unidos e instou Washington a divulgar dados relevantes “o mais rápido possível”.
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