Roubo de 1 bilhão de euros ameaça quebrar a Moldávia

Segundo investigações do Banco Central e de uma consultoria internacional, rombo chega a US$ 1 bilhão (R$ 3 bilhões) e alcança três das maiores instituições financeiras do país, no que muitos estão chamando de "o roubo do século", dinheiro sumiu poucos dias antes das eleições para o Legislativo, em 30 de novembro de 2014, quando três bancos declararam dívidas que, somadas, resultam neste montante; dinheiro teria sido empregado em empréstimos obscuros

A man counts euro notes in this arranged photograph in Tokyo, Japan, on Thursday, Dec. 29, 2011. The euro weakened to a decade low against the yen before Italy auctions as much as 8.5 billion euros ($11 billion) of debt. European shares and U.S. equity-in
A man counts euro notes in this arranged photograph in Tokyo, Japan, on Thursday, Dec. 29, 2011. The euro weakened to a decade low against the yen before Italy auctions as much as 8.5 billion euros ($11 billion) of debt. European shares and U.S. equity-in (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O Banco Central da Moldávia e a empresa de consultoria interacional Kroll revelaram um rombo de US$ 1 bilhão (R$ 3 bilhões) em três das maiores instituições financeiras do país, no que está sendo chamado de "o roubo do século"do país. O sumiço do dinheiro foi identificado poucos dias antes das eleições para o Legislativo, em 30 de novembro de 2014, serem realizadas. Na ocaisão três bancos declararam ter dívidas que somavam o montante investigado. 

Segundo as informações divulgadas, as dívidas dos bancos seriam fruto de empréstimos concedidos a destinatários suspeitos sem que ninguém saiba ao certo onde o dinheiro foi parar, Para evitar a quebra dos bancos envolvidos, o governo da Moldávia injetou US$ 870 milhões no sistema financeiro. 

Segudno a Kroll, umdos maiores empresários do país, Ilan Shor, de apenas 28 anos, seria "um dos beneficiados, se não o único" das transações regsitradas no escândalo. Shor, juntamente com outros acusados, teriam adquirido o controle sobre as instituições financeiras dias antes do ocorrido e, pouco depois, tiveram início os empréstimos para empresas pertencentes a Shor e aos demais suspeitos. Em novembro, foram concretizados empréstrimos de US$ 1 bilhão que ainda não foram localizados.

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Como resultadp do esquema, a economia do país está afetada. A dívida subiu para US$ 1,7 bilhão após o resgate do governo e a moeda foi desvalorizada em 42% desde novembro. Há uma semana, 40 mil pessoas protestaram na capital, Chisinau, pedindo novas eleições e a prisão do autores do golpe. 

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