Revolução no Paraguai: povo invade e incendeia o Congresso

Revolta da população ocorreu após uma votação feita a portas fechadas por um grupo de senadores aliado ao presidente Horacio Cartes nesta sexta-feira 31, que aprovou a reeleição presidencial; a capital, Assunção, foi tomada por protestos entre opositores e a polícia e o povo jogou pedras e colocou fogo no prédio da sede do legislativo; a emenda constitucional deverá ser ratificada neste sábado pela Câmara dos Deputados, também controlada pelos governistas

Revolta da população ocorreu após uma votação feita a portas fechadas por um grupo de senadores aliado ao presidente Horacio Cartes nesta sexta-feira 31, que aprovou a reeleição presidencial; a capital, Assunção, foi tomada por protestos entre opositores e a polícia e o povo jogou pedras e colocou fogo no prédio da sede do legislativo; a emenda constitucional deverá ser ratificada neste sábado pela Câmara dos Deputados, também controlada pelos governistas
Revolta da população ocorreu após uma votação feita a portas fechadas por um grupo de senadores aliado ao presidente Horacio Cartes nesta sexta-feira 31, que aprovou a reeleição presidencial; a capital, Assunção, foi tomada por protestos entre opositores e a polícia e o povo jogou pedras e colocou fogo no prédio da sede do legislativo; a emenda constitucional deverá ser ratificada neste sábado pela Câmara dos Deputados, também controlada pelos governistas (Foto: Gisele Federicce)


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ASSUNÇÃO (Reuters) - Manifestantes que protestavam no Paraguai contra a aprovação de um projeto para habilitar a reeleição presidencial entraram à força no Congresso e queimaram parte do edifício, mostrou a televisão local.

Um grupo de senadores aprovou nesta sexta-feira a reeleição presidencial em uma reunião a portas fechadas, o que levou centenas de manifestantes às ruas.

Parlamentares de oposição acusaram a manobra de quebra institucional.

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Em uma reunião convocada de surpresa, 25 senadores entre governistas e aliados ao governo deram aval à proposta, enquanto a polícia cercava o edifício legislativo. A iniciativa deve ganhar o apoio de pelo menos 23 dos 45 membros da Câmara, que está muito dividida sobre a questão.

(Reportagem de Daniela Desantis)

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