Reitor de universidade dos EUA renuncia após denúncias de racismo

Reitor Timothy M. Wolfe, da Universidade do Missouri, renunciou ao cargo após ter sido acusado de negligência em casos de racismo e de manifestações de ódio racial no interior da instituição; caso ganhou repercussão mundial após o estudante  Jonathan Butler entrar em greve de fome pedindo a renúncia do reitor e os  jogadores do time de futebol americano da universidade se recusarem a entrar em campo enquanto ele permanecesse à frente do cargo; Wolfe assumiu ter "total responsabilidade por essa frustração e pela inação" com que os casos de racismo foram tratados pela instituição

Reitor Timothy M. Wolfe, da Universidade do Missouri, renunciou ao cargo após ter sido acusado de negligência em casos de racismo e de manifestações de ódio racial no interior da instituição; caso ganhou repercussão mundial após o estudante  Jonathan Butler entrar em greve de fome pedindo a renúncia do reitor e os  jogadores do time de futebol americano da universidade se recusarem a entrar em campo enquanto ele permanecesse à frente do cargo; Wolfe assumiu ter "total responsabilidade por essa frustração e pela inação" com que os casos de racismo foram tratados pela instituição
Reitor Timothy M. Wolfe, da Universidade do Missouri, renunciou ao cargo após ter sido acusado de negligência em casos de racismo e de manifestações de ódio racial no interior da instituição; caso ganhou repercussão mundial após o estudante  Jonathan Butler entrar em greve de fome pedindo a renúncia do reitor e os  jogadores do time de futebol americano da universidade se recusarem a entrar em campo enquanto ele permanecesse à frente do cargo; Wolfe assumiu ter "total responsabilidade por essa frustração e pela inação" com que os casos de racismo foram tratados pela instituição (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O reitor da Universidade do Missouri, Timothy M. Wolfe, renunciou ao cargo após ter sido acusado de negligência em casos de racismo e de manifestações de ódio racial no interior da instituição de ensino. Caso ganhou repercussão após o estudante  Jonathan Butler entrar em greve de fome pedindo a renúncia do reitor. Os jogadores do time de futebol americano da universidade também ampliaram a pressão pela saída de Wolfe ao anunciar que não mais jogariam enquanto ele permanecesse à frente da instituição.

A greve do time de futebol americano ganhou espaço na mídia dos EUA. Caso o jogo não fosse realizado, a equipe do Brigham Young University teria que pagar multa de US$ 1 milhão. "Acredito que paramos de ouvir uns aos outros", disse o reitor nesta segunda-feira (9) ao deixar o cargo. "Temos que respeitar o outro o suficiente para parar de gritar e começar a ouvir, e deixar de intimidar o outro", completou.

O reitor disse ter "total responsabilidade por essa frustração e pela inação" com que os casos de racismo foram tratados pela instituição.

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