Reino Unido diz que quer "Otan global" e paz mundial, mas reforça militarização da Ucrânia e fustiga a China

Discurso do velho império, contudo, contradiz com apoio a Taiwan e fornecimento de armas à Ucrânia

FILE PHOTO: Britain's Foreign Secretary Liz Truss speaks during the annual Conservative Party conference, in Manchester, Britain, October 3, 2021. REUTERS/Phil Noble/File Photo
FILE PHOTO: Britain's Foreign Secretary Liz Truss speaks during the annual Conservative Party conference, in Manchester, Britain, October 3, 2021. REUTERS/Phil Noble/File Photo (Foto: PHIL NOBLE)


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Sputnik - A ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, Liz Truss, reforçou a fidelidade à doutrina americana e indicou que o mundo precisa de uma "Otan global" para, segundo ela, garantir a segurança de regiões como Taiwan.

Com isso, os britânicos voltam a demonstrar o apoio e a fidelidade cega aos EUA, em uma campanha propagandista para criar ameaças inexistentes, criando discórdia nas regiões, gerando conflitos desnecessários, e aguardando os possíveis lucros de suas investidas.

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A chanceler britânica destacou que é preciso "ampliar os membros a outras regiões", e que a aliança deve ter uma perspectiva global para combater as ameaças.

Não é à toa que os britânicos estreitaram sua cooperação com o Japão, a Austrália, e o suserano americano. O Reino Unido pretende usar o pretexto de garantir a soberania dos países e a paz na região do Indo-Pacífico para elevar as capacidades de países como Taiwan, e ironicamente, "lutar pela paz".

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A chanceler afirmou que é preciso apoiar as nações livres e em ascensão contra os "agressores", mesmo que através de um banho de sangue, para segundo os britânicos, garantir uma nova era de paz, segurança e prosperidade.

Ao mesmo tempo que citou a paz, segurança e prosperidade, a funcionária britânica instou o Ocidente a fornecer "armas pesadas, tanques e aviões" à Ucrânia, em um momento em que o Reino Unido segue aumentando a produção de armas.

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