Regulador da Alemanha alerta novamente para baixo nível de poupança de gás no país

A UE foi alertada nesta semana para a necessidade de continuar reduzindo a demanda, para assegurar que tenha suprimentos de gás suficientes para durar no inverno europeu seguinte

Refinaria de petróleo
Refinaria de petróleo (Foto: REUTERS/Dominique Patton)


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Sputnik - O BNetzA, o regulador de redes alemão, falou pela segunda semana consecutiva de uma poupança de consumo de gás insuficiente face ao desaparecimento dos suprimentos russos.

 Os domicílios e empresas alemães pouparam gás insuficiente na segunda metade de janeiro, informa o regulador de redes da Alemanha, citado na sexta-feira (3) pela agência norte-americana Bloomberg.

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 Klaus Muller, presidente do BNetzA, avisou que os consumidores pouparam menos gás relativamente ao período entre 2018 e 2021 que o necessário.

 Trata-se da segunda semana consecutiva em que tal acontece, depois que na época o regulador advertiu para a necessidade de cortar o consumo de gás em 20% para compensar a perda dos suprimentos da Rússia.

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 Ao mesmo tempo, Muller notou que as instalações de gás subterrâneas ainda estão preenchidas em 78%, muito acima do objetivo de 40% do governo, o que vê como "bom" para o período do inverno seguinte, no final de 2023 e início de 2024.

 A União Europeia (UE) foi alertada nesta semana para a necessidade de continuar reduzindo a demanda, para assegurar que tenha suprimentos de gás suficientes para durar no inverno europeu seguinte. A Alemanha tem sido um dos Estados-membros mais dependentes do hidrocarboneto.

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 Após um período de outono e início de inverno europeus mais quentes que a média histórica recente, as últimas semanas têm sido mais frias que o habitual, com as reservas de gás caindo em linha com esse desenvolvimento.

 Os Estados-membros da UE têm enfrentado uma alta na inflação desde meados de 2021, que acelerou em meio às perturbações causadas pela operação especial da Rússia na Ucrânia e às sanções impostas à Rússia por Bruxelas. Os preços da energia e dos alimentos têm sido os principais impulsionadores da inflação, apesar da recente redução dos futuros nos contratos de energia. Esses fatores reduzem as perspectivas de crescimento econômico na Europa.

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