Região da Ásia-Pacífico rejeita mentalidade da Guerra Fria da Otan, diz mídia chinesa
Como uma das regiões mais dinâmicas e potenciais do mundo hoje, a Ásia-Pacífico não é um tabuleiro de xadrez para jogos geopolíticos
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Rádio Internacional da China - A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) realizou recentemente uma reunião de ministros das Relações Exteriores em sua sede em Bruxelas, e convidou chanceleres de quatro países da região da Ásia-Pacífico: Japão, Coréia do Sul, Austrália e Nova Zelândia. Eles falaram sobre a China "por muito tempo" e fizeram acusações infundadas sobre a posição da China acerca da questão da Ucrânia. O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, afirmou, pela primeira vez, que atacar a China é algo a ser considerado ao formular uma "nova visão estratégica" da organização.
Segundo analistas, esta reunião dos chanceleres da Otan tem por objetivo desviar contradições e provocar confrontos. Ao mesmo tempo, o secretário da defesa dos EUA, Lloyd Austin, reconheceu em uma audiência no senado que os EUA estão fornecendo inteligência às tropas da Ucrânia.
Liderada pelos EUA, a Otan está tentando globalizar a organização para manter a hegemonia do país norte-americano.
A Guerra Fria acabou há muito tempo, e a Ásia-Pacífico não dá as boas-vindas à "Máquina da Guerra Fria". No momento em que a pandemia ainda não se dissipou e a recuperação econômica passa por muitas dificuldades, o que a Ásia-Pacífico precisa é de paz, solidariedade e cooperação, e não da mentalidade de Guerra Fria e confronto entre blocos.
Recentemente, o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, mencionou repetidamente a solidariedade e a cooperação da comunidade internacional durante sua visita aos EUA e lembrou à Casa Branca que o desenvolvimento da China é imparável e que deve manter relações diplomáticas amistosas com a China. Assim que a relação com a China for dissociada, os EUA arcarão com enormes custos econômicos. De certa forma, esse também é o consenso da grande maioria dos países da região da Ásia-Pacífico.
Como uma das regiões mais dinâmicas e potenciais do mundo hoje, a Ásia-Pacífico não é um tabuleiro de xadrez para jogos geopolíticos, e potências estrangeiras nunca poderão introduzir confrontos de grupo na região.
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